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    Mercado de Crédito: como funciona? Para que serve?

    Mercado de Crédito: como funciona? Para que serve?

    Quando se fala a respeito do Sistema Financeiro Nacional e bolsa de valores, existem diversos mercados como: mercado de crédito, de ações, monetário, cambial e de capitais.

    Dentre eles, o mercado de crédito é bastante explorado por diversos tipos de entidades para conceder recursos financeiros para a população.

    O que é mercado de crédito?

    O mercado de crédito é um sistema que engloba diversas operações e concessões de crédito. Ou seja, é um mercado que fornece financiamento para pessoas físicas e/ou jurídicas.

    Entretanto, o mercado de crédito tem função primordial para a economia contemporânea, de forma que esta não se manteria sem esse mercado.

    Desse modo, ele pertence ao Sistema Financeiro Nacional, assim como outros mercados como cambial e de capitais.

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    Para que serve o Mercado de Crédito?

    É possível perceber a importância do mercado de crédito para toda a economia do país.

    Sendo assim, essa conjuntura oferece uma vasta amplitude no que diz respeito à movimentação de recursos, fator econômico importante.

    Entretanto, é preciso se destacar que existe uma diferença entre esse mercado e o mercado de capitais. Isso ocorre porque o primeiro as instituições financeiras são intermediárias, distribuidoras dos títulos e, por isso, não ficam com o risco da operação.

    Dessa forma, pode-se entender que o mercado de crédito fornece à sociedade uma capacidade muito grande de financiar projetos que podem gerar valor de maneira direta para vários setores de nossa economia como um todo.

    Como funciona o mercado de crédito?

    Primeiramente, é preciso destacar que, de um modo geral, operações dessa natureza são desenvolvidas entre duas partes.

    Normalmente, de um lado estão os credores (bancos e demais instituições fornecedoras de crédito) e do outro lado o tomador de crédito (pessoa física ou jurídica).

    Além disso, essas operações podem ser subdivididas em relação ao seu período de duração, e podem ser, portanto, operações de curto (menos que um ano), médio (de um a cinco anos) e longos prazos (de cinco anos em diante).

    Por fim, além de uma estipulação dos prazos de vigência desses acordos, outros parâmetros precisam ser estabelecidos de maneira antecipada num acordo de crédito.

    Por exemplo: o valor do montante negociado, a forma de liquidação, os juros envolvidos ao se tomar o crédito, garantias e destinação dos recursos.

    Sendo assim, tudo dependerá das características de cada crédito tomado, de forma a propiciar uma boa condição para ambos os lados.

    Quais são os tipos de crédito no Mercado de Crédito?

    As soluções oferecidas pelas instituições financeiras podem ser de duas naturezas:

    • Mercado de Crédito para Pessoa Física;
    • Mercado de Crédito para Pessoa Jurídica.

    1. Pessoa Física

    Para pessoa física, existe, por exemplo: crédito consignado, crédito direto ao consumidor, cheque especial, cartão de crédito, leasing, entre outros.

    2. Pessoa Jurídica

    Por outro lado, para pessoa jurídica, existe o empréstimo para capital de giro, financiamento para máquinas e equipamentos, financiamento de projetos e outros.

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    Quais fatores influenciam no Mercado de Crédito?

    É interessante fazer um breve comentário sobre cada uma das variáveis que influenciam o mercado de crédito.

    Em primeiro lugar, a forma de liquidação pode ser estabelecida em uma única operação, ao final do contrato ou, ainda de maneira parcelada.

    Além disso, para pessoas físicas, normalmente as formas de garantias podem ser o aval, um fiador, imóveis, recebíveis ou até mesmo o próprio bem a ser financiado.

    No entanto, no caso de pessoas jurídicas, esses lastros podem ser recebíveis, máquinas, equipamentos, ativos financeiros, participações nas empresas, entre outros.

    Além disso, a taxa de juros é um parâmetro que define o custo do capital. Assim sendo, a taxa de juros pode ser Pré ou Pós-Fixada e, geralmente, é adicionado um spread bancário ou ao CDI ou à Taxa Selic.

    De fato: vale lembrar que o conceito de spread bancário é a diferença entre a taxa de juros que o banco cobra ao emprestar recursos e a taxa que o mesmo pagou ao captar esse dinheiro.

    Por fim, ainda no âmbito das garantias, normalmente aquelas que os bancos consideram como sendo bons ativos possibilitam melhores taxas de juros para o tomador de crédito.

    Isso ocorre uma vez que os bancos sentem, nesses casos, que possuam uma margem de segurança satisfatória na transação.

    Ainda possui dúvidas a respeito do mercado de crédito? Comente!

    Tiago Reis
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