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    Radar do Mercado: Energias do Brasil (ENBR3) e Engie assinam acordo para joint-venture

    Radar do Mercado: Energias do Brasil (ENBR3) e Engie assinam acordo para joint-venture
    • Assinado acordo para a criação de uma joint venture 50/50 em energia eólica “offshore”, que terá operações tanto fixas quanto flutuantes.
    • A formação da joint venture une a expertise industrial e a capacidade de desenvolvimento de ambas as companhias.
    • Pelo acordo, EDPR (EDP Renováveis) e Engie combinarão, no novo empreendimento, seus ativos eólicos “offshore” e os portfólios de projetos no setor.
    • A empresa nasce com um total de 1,5 gigawatts (GW) em construção e 3,7 GW em desenvolvimento.
    • A joint venture deve estar operacional já no primeiro trimestre de 2020, com expectativa para se tornar uma importante líder global no setor.

    Ainda nessa quarta-feira (22) foi aprovado sem restrições pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) que a EDP Grid, empresa detida pela Energias do Brasil (ENBR3), que é responsável pela operação dos segmentos de energia solar, eficiência energética e mobilidade elétrica, realize a aquisição de ativos de geração distribuída da Léros Geradora.

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    Segundo parecer do CADE, a transação engloba quatro sistemas de geração distribuída que ainda não operam na cidade de Taubaté, em São Paulo, e, até o momento, não foi informada a capacidade das instalações.

    A aquisição dos ativos da Leros foi definida como “uma oportunidade para o Grupo EDP desenvolver novos projetos de geração fotovoltaica no Brasil, expandindo o seu parque de geração renovável e atraindo novos clientes”, segundo os documentos entregues ao CADE, sem citar os valores envolvidos na transação.

    Miguel Setas, CEO da EDP Brasil, havia afirmado à agência de notícias Reuters, em junho de 2019, que a companhia estava buscando oportunidades de compra no segmento de geração distribuída de energia, o qual tem crescido de forma acelerada e apresenta excelentes perspectivas no mercado.

    O Brasil registrou, no ano passado, a instalação de 1,3 gigawatts em novos sistemas com a tecnologia de geração distribuída solar, tornando a fonte o segundo maior crescimento no mercado local em 2019, ficando atrás das hidrelétricas, mas sendo superior a parques eólicos e de usinas solares de grande porte.

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    Tiago Reis
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