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GIC vira sócio da Oi (OIBR3); BB atribui novo preço-alvo para Vale (VALE3); Méliuz (CASH3) dispara: Vejas as 5 notícias mais lidas

GIC vira sócio da Oi (OIBR3); BB atribui novo preço-alvo para Vale (VALE3); Méliuz (CASH3) dispara: Vejas as 5 notícias mais lidas
Oi. Foto: Divulgação

No início dessa semana o GIC, fundo soberano de Singapura, acertou um investimento de R$ 2,2 bilhões no fundo que controla a V.tal, marca da Oi (OIBR3), e com isso a tele ficou entre as notícias mais lidas da semana.

Além da Oi, a Vale (VALE3) também ficou sob os holofotes dos leitores do Suno Notícias, após o BB investimentos reforçar sua recomendação de compra para a mineradora com um novo preço-alvo.

Contudo, a Vale e a Oi não foram os únicos destaques. Durante a semana foram bastante acessadas as notícias sobre o tombo das ações do Magazine Luiza (MGLU3), a disparada das ações do Méliuz (CASH3), e o acidente de avião que matou Celso Silveira Mello Filho, acionista da Cosan (CSAN3) e irmão de Rubens Ometto.


Veja abaixo o resumo das principais notícias da semana e acesse os links para ler o texto completo. Tenha um bom final de semana!

Oi (OIBR3): GIC fecha aporte de R$ 2,2 bi em rede de fibra ótica da tele

O GIC, fundo soberano de Singapura, acertou um investimento de R$ 2,2 bilhões no fundo que controla a V.tal, marca da Oi (OIBR3) que conta com os ativos de fibra ótica da empresa de telecomunicações, segundo o site Brazil Journal.

Em julho, a Oi vendeu 58% do capital da V.tal, conhecida como InfraCo, ao fundo estruturado pelo BTG Pactual (BPAC11) por R$ 12,8 bilhões. A operação avaliou a empresa em R$ 20 bilhões.

Segundo o Brazil Journal, além do investimento do GIC, o fundo levantou R$ 4 bilhões de pessoas físicas clientes da área de wealth do BTG. O tíquete mínimo foi de R$ 20 milhões e o ticket médio, de R$ 70 milhões. O veículo e sócios do banco completaram o total.

A V.tal, controladora de uma rede de fibra ótica com quase 400 mil quilômetros, nascerá com um Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 1,6 e uma dívida zero. A projeção é de que o Ebitda chegue a R$ 5 bilhões em 2026.

Além da Oi, Vale também fica entre notícias mais lidas

Assim como a Oi, a Vale também ficou entre as notícias mais lidas, pois na última terça-feira (14), o BB investimentos reforçou sua recomendação de compra para a mineradora, com um novo preço alvo de R$ 125 para o ano que vem.

Em relatório, o BB Investimentos explica que revisou seu modelo financeiro para incorporar as novas estimativas da Vale, assim como os resultados recentes e novas premissas para o setor de mineração.

O banco também comentou sobre os proventos da Vale, e vê que a mineradora continua se consolidando entre as maiores empresas pagadoras de dividendos da Bolsa de Valores de São Paulo (B3). Em 2021, a mineradora desembolsou US$ 6,2 bilhões em proventos.

Magazine Luiza (MGLU3) se explica após tombo das ações

O Magalu também se destacou durante a semana, já que na última sexta-feira (10) suas ações caíram 9%, levando a empresa a divulgar um comunicado sobre os possíveis motivos para a queda e chamar os analistas para uma teleconferência.

No evento online, o Magazine Luiza passou uma mensagem otimista, destacando que os seus planos de crescimento seguem no caminho certo, apesar dos desafios vividos em agosto. Segundo o Bradesco BBI, que participou do evento, a empresa reiterou que este mês foi um dos mais difíceis na comparação com 2020. Os analistas do BBI disseram que o ajuste ocorrido na sexta-feira pareceu exagerado.

No entanto, as preocupações permanecem, principalmente em relação ao aumento da inflação no país e ao acirramento da concorrência. Com isso, o nesta terça, o BBI reduziu o preço-alvo das ações MGLU3 de R$ 27,00 para R$ 25,00 e reiterou recomendação neutra.

Ação do Méliuz (CASH3) dispara

Além da Oi e do Magalu, a ação do Méliuz (CASH3) disparou no pregão desta terça-feira e liderou as maiores altas do Ibovespa naquele dia, dando continuidade ao rali registrado nos dias anteriores.

O Méliuz realizou recentemente um split na proporção de 1 para 6, sem alteração do valor do capital social. Não houve sobras decorrentes de frações devido ao desdobramento de ações.

Na visão de Luis Sales, analista da Guide Investimentos, a operação teve impacto neutra: não influencia os fundamentos da empresa de cashback. Os papéis, no entanto, passaram a ter mais liquidez na Bolsa de Valores de São Paulo (B3), explicou.

Acionista da Cosan (CSAN3) morre em acidente de avião

Infelizmente, uma notícia triste também ficou no radar durante essa semana: um acidente de avião matou o empresário Celso Silveira Mello Filho, acionista da Cosan (CSAN3), sua esposa e os três filhos.

O acidente aconteceu em Piracicaba, interior do estado de São Paulo, na manhã da última terça-feira.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, todas as 7 pessoas que estavam na aeronave rumo ao Pará morreram. As vítimas foram o  empresário Celso Silveira de Mello Filho, a esposa, Maria Luiza Meneghel, e os três filhos do casal — que não tiveram a idade revelada —, além do piloto Celso Elias Carloni e do copiloto Giovani Gulo.

O avião caiu na Avenida Cesário Geovanoni Moreti e por ser uma área afasta não houve vítimas no solo. Quatro equipes de resgate foram deslocadas até o local, e segundo os bombeiros a explosão do avião espalhou chamas pela vegetação.

Da Oi ao Méliuz, essas foram as 5 notícias mais lidas da semana. Para ler todas as notícias do SUNO Notícias, clique aqui ou nos siga no Instagram e Twitter.

Laura Moutinho

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