Reserva de ações da Raízen (RAIZ4), privatização dos Correios: Veja as 5 notícias mais lidas na semana

Reserva de ações da Raízen (RAIZ4), privatização dos Correios: Veja as 5 notícias mais lidas na semana
Raízen (RAIZ4). Foto: Divulgação

A Raízen (RAIZ4), que é uma joint venture entre Cosan (CSAN3) e Shell (RDSA34), está prestes a abrir seu capital na B3, e na última quarta-feira (21) começou o período de reserva de ações para sua oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês).

Logo após a Raízen, a avaliação de que os Correios perdem cada vez mais participação de mercado enquanto as companhias privadas investem em logística atraiu a atenção dos leitores do SUNO Notícias.

Durante a semana também foram bastante acessadas as notícias sobre as mudanças feitas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) que podem alterar a mensuração dos resultados do IRB Brasil (IRBR3), a criação da plataforma de delivery Quiq que reduz custos no iFood, Rappi e Uber Eats, e o empenho dos fundos imobiliários para conseguirem direito à isenção de Imposto de Renda (IR) sobre o ganho auferido na alienação de cotas de outros fundos.

Veja abaixo o resumo das principais notícias da semana e acesse os links para ler o texto completo! Tenha um bom final de semana!

1. Período de reserva de ações para IPO da Raízen (RAIZ4) começou!

O período de reserva de ações para o IPO da Raízen (RAIZ4) começou na última quarta-feira, e vai até o dia 2 de agosto.  O valor mínimo de pedido de investimento é de R$ 3 mil e o valor máximo, de R$ 1 milhão para investidores de varejo.

A Raízen busca emplacar uma oferta 100% primária de, inicialmente, 810.811.000 ações preferenciais e estipulou a faixa indicativa de preço entre R$ 7,40 e R$ 9,60. A precificação ocorrerá em 3 de agosto.

2. Logo após a Raízen, privatização dos Correios atraiu os leitores

Logo após a Raízen, a segunda notícia mais lida da semana foi sobre a Privatização dos Correios. Os responsáveis pela operação reconhecem que tempo é um fator decisivo para que o ativo permaneça atrativo.

A privatização está prevista para março do ano que vem, e o governo avalia que a empresa de entregas perde cada vez mais participação de mercado, enquanto as empresas privadas ganham market share e investem em logística.

Em entrevista ao site Exame, a secretária especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), do Ministério da Economia, Martha Seillier, destacou que “hoje, os Correios ainda interessam o setor privado. A partir do momento em que as empresas concorrentes da estatal em entregas de encomendas vão se tornando gigantes e os Correios vêm se diminuindo, poderia não haver interesse em comprar os Correios. Temos um timing da privatização”.

3. Susep faz mudanças que podem alterar mensuração de resultados do IRB Brasil (IRBR3)

Na última terça-feira (20), a Susep definiu novos parâmetros de cálculo sobre as provisões técnicas, capital de risco baseado nos riscos de subscrição, de crédito, operacional e de mercado, patrimônio líquido ajustado, capital mínimo requerido, entre outros.

Dentre as mudanças, o IRB destacou duas que foram mais significativas, e que podem trazer consequências para seus negócios e resultados. Uma delas diz respeito à revogação da necessidade da margem de liquidez (20% do capital de risco), sendo que as empresas poderão definir internamente mecanismo de gestão e mensuração de risco de liquidez e documentá-lo em política.

4. FIIs que investem em fundos sofrem revés na Justiça por IR

Além dos Correios, do IRB e da Raízen, os fundos imobiliários também ficaram nos holofotes dos leitores durante a semana. Gestores e advogados estão buscando desmanchar o  entendimento na Justiça de que FIIs não têm direito à isenção de Imposto de Renda (IR) sobre o ganho auferido na alienação de cotas de outros fundos.

As empresas vêm lutando nos tribunais para reverter o quadro e eliminar a tributação sobre os ativos, de 20% sobre o ganho de capital.

5. Gigantes do delivery criam unem em plataforma para reduzir custos

Recentemente o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a criação de uma plataforma de delivery chamada Quiq, que une a Domino’s, Bob’s, Outback, Rei do Mate e Giraffas.

A Quiq organiza em um só lugar todos os pedidos de delivery e assim  diminui os custos que os restaurantes têm em outras plataformas como iFood, Rappi e Uber Eats.

As companhias explicaram ainda que seus negócios continuariam a funcionar “de maneira independente“, sem gerar efeitos concorrenciais.

Da Raízen aos gigantes do delivery, essas foram as 5 notícias mais lidas da semana. Para ler todas as notícias do SUNO Notícias, clique aqui ou nos siga no Instagram e Twitter.

Laura Moutinho

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