Radar: Petrobras (PETR4) pagará dividendos bilionários, lucro da Lojas Renner (LREN3) cai e Bradesco (BBDC4) registra queda na receita

Petrobras (PETR4), juntamente com seu balanço do terceiro trimestre de 2023 (3T23), anunciou uma remuneração bilionária aos acionistas.

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Conforme comunicado pela companhia, serão pagos R$ 17,5 bilhões em dividendos da Petrobras e Juros Sobre Capital Próprio (JCP).

O valor dos proventos da Petrobras por ação será de R$ 1,34, que serão pagos em duas parcelas.

A data de corte é o dia 21 de novembro. As ações da Petrobras serão negociadas “ex-direitos” na B3 e na NYSE a partir de 22 de novembro próximo.

Conforme detalhado pela estatal, a primeira parcela de pagamento contemplará dividendos de R$ 0,243110 e JCP de R$ 0,429073, total de R$ 0,672183 por ação ordinária e preferencial.

A segunda parcela, de R$ 0,67, será integralmente paga sob a forma de dividendos.

Além de Petrobras, confira outros destaques desta quinta-feira:

Lucro da Lojas Renner (LREN3) cai 32,9% no 3T23, a R$ 172,9 milhões; veja por quê

  • A Lojas Renner (LREN3) anunciou um lucro líquido de R$ 172,9 milhões no terceiro trimestre de 2023 (3T23), conforme balanço trimestral divulgado nesta quinta-feira (9).
  • resultado da Lojas Renner no 3T23 mostra uma queda de 32,9% em relação ao lucro registrado no mesmo período do ano passado, que foi de R$ 257,9 milhões.
  • A baixa no resultado aconteceu mesmo com um ligeiro aumento da receita líquida consolidada, que avançou para R$ 3,09 bilhões no 3T23, variando +2,6% em relação ao 3T22.
  • “Durante o terceiro trimestre, observou-se um cenário de consumo ainda desafiador, especialmente em agosto. Esse impacto seguiu mais pronunciado nas lojas de perfil popular, que estão expostas a consumidores com poder de compra e situação de crédito mais pressionados no contexto atual”, diz o balanço da Renner.
  • Por outro lado, a companhia destacou o aumento das vendas realizadas em setembro, com alta na quantidade de transações e no número de peças comercializadas.
  • margem bruta apresentou uma leve queda de 0,2 ponto percentual, chegando em 53,6% ao final do 3T23, mesmo com as alterações nos preços dos produtos.
  • Além do ajuste de estoques e da utilização de seu novo centro de distribuição, a Renner acredita que isso se deve ao “equilíbrio de custos e câmbio, além do menor nível de remarcação”.

Bradesco (BBDC4): lucro recua 11,5% no 3T23 e totaliza R$ 4,621 bilhões

  • Bradesco (BBDC4) reportou uma queda de 11,5% no lucro líquido recorrente do terceiro trimestre de 2023, na comparação com o mesmo período do ano passado, totalizando R$ 4,621 bilhões – 2,3% maior do que o registrado no segundo trimestre deste ano.
  • carteira de crédito do Bradesco – total de recursos que o banco tem emprestado – recuou 0,1% na comparação anual, retrato de maior seletividade, e ficou em R$ 877,5 bilhões.
  • “A política de concessão de crédito está produzindo safras com maior qualidade, permitindo a intensificação da atividade comercial. Com isso, elevamos os níveis de produção e a capacidade de geração de receitas com uma melhor inadimplência de curto prazo pelo segundo trimestre consecutivo, bem como a inadimplência das novas safras orbitando nos menores níveis históricos”, diz o banco no comunicado enviado junto das demonstrações financeiras.
  • No período, o segundo maior banco privado do país mostrou maior estabilidade nos indicadores de inadimplência do Bradesco, que haviam subido mais do que os concorrentes no decorrer do último ano. O índice de inadimplência de 15 a 90 dias ficou em 4,1%, uma melhora de 0,3 p.p. enquanto o índice de inadimplência acima de 90 dias caiu 0,1 p.p. para 5,6%.
  • receita de serviços do Bradesco saltou 4,1% ante o segundo trimestre e 2,9% na comparação anual, terminando setembro com R$ 9,1 bilhões.
  • De acordo com o banco, o crescimento veio de linhas como as de cartão, administração de fundos e de consórcios. A maior linha, a de rendas de cartão, cresceu 2,2% em um ano, para R$ 3,677 bilhões, desempenho que o Bradesco atribui ao aumento do volume transacionado, que subiu 2% em um ano, para R$ 80 bilhões.
  • O Bradesco afirma que os cartões têm ganhado participação na base de clientes, em especial na alta renda, que ganhou 9 pontos porcentuais de participação na carteira do produto em 12 meses.
  • Em administração de fundos, a receita subiu 6,6%, para R$ 844 milhões. Em consórcios, teve alta de 23,3% em um ano, para R$ 588 milhões.
  • Em contas correntes, o Bradesco apurou R$ 1,726 bilhão em receitas, volume 9,5% inferior ao do mesmo período do ano passado, o que, segundo o banco, reflete a estratégia de adequar a oferta ao perfil do cliente. “Ainda há uma pressão em linhas importantes de receita, como a de contas correntes”, disse o diretor de Relações com Investidores e Controladoria do Bradesco, Carlos Firetti, em podcast para comentar os resultados do banco.
  • Em subscrição e assessoria financeira, o banco teve receitas de R$ 526 milhões, volume 139,1% maior que o do terceiro trimestre de 2022. É nesta linha que são contabilizadas as comissões obtidas em operações no mercado de capitais.
  • Neste caso, segundo o Bradesco, o crescimento veio da assessoria a 89 operações no trimestre, com volume total de R$ 108 bilhões. A maior parte, ou R$ 86 bilhões, foi em operações de renda fixa.

CPFL (CPFE3) vai pagar R$ 700 milhões em dividendos; veja quem pode receber

  • CPFL (CPFE3) anunciou dois novos pagamentos de dividendos nesta quinta-feira (9), no valor total de aproximadamente R$ 700 milhões, ou R$ 0,609785315 por ação.
  • Neste pagamento, que será realizado em 17 de novembro de 2023, o valor por ação é de 0,433931936. A distribuição só será feita para os investidores que tinham ações da CPFL até o encerramento do pregão do dia 28 de abril deste ano.
  • Os outros R$ 200 milhões se referem ao primeiro pagamento dos dividendos complementares declarados na reunião do conselho de administração de 10 de agosto de 2023.
  • Nesse segundo caso, o valor por ação é de R$ 0,173572775, enquanto a distribuição deve ser realizada até 31 de dezembro de 2023, mas somente aos que detinham ações da companhia ao final da sessão na Bolsa de Valores do dia 17 de agosto deste ano.

B3 (B3SA3) registra lucro de R$ 1,074 bilhão no 3T23, alta de 4,4% em base anual

  • B3 (B3SA3), operadora da bolsa brasileira, registrou um lucro líquido de R$ 1,074 bilhão no terceiro trimestre de 2023, uma alta de 4,4% na comparação com o mesmo período do ano passado, e 2% acima do segundo trimestre deste ano.
  • Em base ajustada, ou seja, excluindo eventos não recorrentes, a B3 reportou um lucro líquido ajustado de R$ 1,16 bilhão no 3º trimestre, uma alta de 0,5% em 12 meses.
  • receita líquida da B3 totalizou R$ 2,25 bilhões no trimestre encerrado em setembro, uma redução de 0,4% na comparação ano a ano.
  • Ebitda da B3 (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) em base ajustada foi de R$ 1,6177 bilhão, queda de 3,2% em base anual, fazendo a margem Ebitda ajustada cair 1,73 ponto percentual em 12 meses, para 72,3%.
  • De acordo com o comunicado, o cenário de menor atividade no mercado de ações e o desempenho dos outros negócios conduziu a queda da receita da B3 no 3T23, em linha com o terceiro trimestre de 2022 e com o trimestre imediatamente anterior, mesmo se não fosse considerada a receita de Neurotech no terceiro trimestre de 2023.

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Prejuízo da Oi (OIBR3): resultado decepciona, mas não surpreende, avalia Genial Investimentos

  • A companhia de telecomunicações Oi (OIBR3), em recuperação judicial, divulgou nesta quarta-feira (8) o seu resultado trimestral após o fechamento do mercado. Em relatório, os analistas da Genial Investimentos classificaram os resultados da empresa como “mais do mesmo”.
  • No terceiro trimestre da Oi o prejuízo líquido foi de R$ 2,8 bilhões, um recuo de 12,7% do que o do mesmo período do ano anterior.
  • Outros resultados relevantes demonstrados pela companhia foram:
  • Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) negativo em R$ 330 milhões (R$ 167 milhões positivos em 2022);
  • Receita líquida consolidada de R$ 2,422 bilhões (queda de 12,6% na mesma base anual);
  • Segmento Oi Fibra, de serviços de banda larga, com alta na receita de 6%, para R$ 1,116 bilhão;
  • Oi Soluções, braço de conectividade e tecnologia para empresas, com baixa de 7% na receita, para R$ 693 milhões;
  • Resultado financeiro da Oi (saldo entre receitas e despesas financeiras) teve uma despesa de R$ 2,480 bilhões, 23,4% maior na comparação anual;
  • Fluxo de caixa negativo em R$ 532 milhões;
  • dívida da Oi (OIBR3) chegou no 3T23 ao valor de R$ 22,7 bilhões, tendo crescido 23,9% em comparação ao 3T22.
  • Em análise do resultado da companhia, os analistas da Genial Investimentos afirmaram que os números vieram fracos e abaixo das expectativas, sem sinalizar potencial de melhora. “A empresa está em uma situação extremamente complicada, com queima de caixa e endividamento exorbitante (R$ 22,7 bilhões) e sem perspectivas de recuperação,” afirmaram.
  • Em sua carteira, a Genial apontou que mantém a recomendação de venda para as ações da Oi (OIBR3), além de reduzir o preço-alvo de R$ 0,90 para R$ 0,60. A ação está cotada hoje a R$ 0,63.

Braskem (BRKM5): balanço veio fraco, mas em linha com o esperado, dizem analistas; ações lideram altas com oferta da Adnoc

  • Em relatório, analistas pontuaram que a Braskem (BRKM5) reportou um balanço do 3T23 fraco, mas em linha com o esperado. O mercado também repercute a notícia a respeito da oferta não vinculante entregue pela Empresa Nacional de Petróleo de Abu Dhabi (Adnoc) para aquisição da participação detida pela Novonor na petroquímica. Essa novidade fez disparar as ações da Braskem.
  • Nesta quinta-feira (9), as ações da Braskem dispararam 15,63%, cotadas a R$ 19,98. O Ibovespa recuou 0,12%, aos 119.034,14 pontos.
  • Em relatório, a XP avaliou o 3T23 da Braskem como fraco, mas muito em linha com a expectativa da casa e do consenso. Para a grupo, a empresa permanece com uma posição de caixa robusta (US$ 3,4 bilhões) e com uma dívida bruta de longo prazo de alto prazo de vencimento (12,3 anos) e de baixo custo (6,2% em dólar).
  • “Mantemos uma visão cautelosa para a Braskem e vemos riscos para aqueles posicionados no nome em razão da expectativa de direitos de tag-along recorrentes de uma potencial M&A”, disseram os analistas André Vidal e Helena Kelm.
  • balanço da Braskem também confirmou a tendência de baixa expectativa do BTG Pactual (BPAC11), que observou um conjunto fraco de resultados no terceiro trimestre. Segundo a casa, um grande destaque negativo foi a queima de caixa da Braskem de quase US$ 286 milhões no período, o que, combinado com uma queda significativa do Ebitda nos últimos doze meses, fez a alavancagem disparar.
  • Ainda de acordo com o BTG, notícias como a da oferta da Adnoc para aquisição da participação detida pela Novonor na petroquímica impulsionam o desempenho das ações e compensam parte do sentimento negativo dos resultados do 3T23 da Braskem.
  • “Embora acreditemos que um possível resultado final para a venda da Braskem esteja próximo, não estamos convencidos de que os acionistas minoritários serão capazes de aproveitar as vantagens do tag along desta oferta”, pontuaram os analistas Pedro Soares e Thiago Duarte.

Cyrela (CYRE3): lucro é de R$ 251 milhões no 3T23, baixa anual de 13%

  • Cyrela Brazil Realty (CYRE3) apresentou lucro líquido de R$ 251 milhões no terceiro trimestre de 2023, queda de 13% ante o mesmo período do ano passado – quando o balanço foi turbinado pela venda de ações da Cury (CURY3), investida do grupo.
  • receita líquida da Cyrela foi a R$ 1,626 bilhão, alta de 4% na mesma base de comparação anual, refletindo o crescimento da venda de imóveis ao longo do ano.
  • A Cyrela reportou margem bruta ajustada de 35,4%, leve alta de 0,1 p.p na comparação anual. Já a margem líquida atingiu 15,5%, baixa de 3,0 p.p.
  • As despesas comerciais da Cyrela subiram 2%, para R$ 155 milhões; e as despesas gerais e administrativas ficaram estáveis, em R$ 151 milhões.
  • A Cyrela fechou o terceiro trimestre com dívida líquida de R$ 257 milhões, estável na comparação anual. Considerando também a subsidiária CashMe (empresa de crédito imobiliário), a dívida líquida foi a R$ 649 milhões, aumento de 149% na comparação anual.
  • Alupar (ALUP11): lucro cresce 11,6% no 3T23, para R$ 160 milhões; empresa aprova dividendos milionários
  • A transmissora de energia Alupar (ALUP11) teve lucro líquido IFRS de R$ 100,0 milhões no terceiro trimestre deste ano, crescimento de 13,5% em base anual de comparação. Já o lucro líquido regulatório do período foi de R$ 163,4 milhões, alta de 11,6%.
  • De julho a setembro, a receita líquida IFRS da Alupar totalizou R$ 649,0 milhões, queda de 0,6% sobre o terceiro trimestre de 2022, enquanto a receita regulatória da Alupar foi de R$ 797,3 milhões, crescimento de 5,3% em base anual de comparação.
  • Já o Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (Ebitda, da sigla em inglês) pela norma IFRS alcançou R$ 636,1 milhões, montante 6,6% menor do que o registrado um ano antes. Na base regulatória, o Ebitda da Alupar foi de R$ 662,4 milhões, alta de 5,3%.
  • dívida bruta consolidada da Alupar totalizou R$ 11,5 bilhões no terceiro trimestre, redução de 0,5% frente ao montante registrado em dezembro de 2022. Contudo, a dívida líquida ficou em R$ 8,82 bilhões no período, alta de 0,2%.

Petrobras (PETR4) tem lucro de R$ 26,62 bilhões no 3T23, queda de 42% em base anual

  • Petrobras (PETR4) reportou um lucro líquido de R$ 26,625 bilhões no terceiro trimestre de 2023, queda de 42,2% na comparação com o lucro do mesmo trimestre de 2022 e 7,5% menor do que o resultado do segundo trimestre deste ano.
  • Em base ajustada, excluindo eventos não recorrentes, o lucro líquido da Petrobras totalizou 27,226 bilhões, uma queda de 41,5% em base anual e 7,3% na trimestral.
  • A queda no lucro no 3T23 da Petrobras em base anual é explicada, em parte, pelo fato de o petróleo Brent ser negociado no mercado internacional a uma base de US$ 100 o barril um ano atrás, contra US$ 86 o barril no terceiro trimestre deste ano. Além disso, o dólar era cotado a R$ 5,25 em média um ano atrás, contra R$ 4,88 no último trimestre.
  • receita líquida da Petrobras recuou 26,6% no terceiro trimestre em base anual, totalizando R$ 124,828 bilhões, mas aumentou 9,7% na comparação trimestral, explicada, em parte, pelo aumento de 11% do preço do petróleo Brent e pelas maiores vendas no mercado interno e exportações de derivados.
  • O lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda) ajustado totalizou 66,188 bilhões no período, o Ebitda da Petrobras, registrou queda de 27,6% em um ano e alta de 13,2% na comparação trimestral.
  • dívida líquida da Petrobras diminuiu 7,9% em um ano, anotando o trimestre encerrado em setembro o total de R$ 43,725 bilhões. A dívida bruta ficou sob controle em US$ 61 bilhões, mesmo após o aumento dos arrendamentos com a entrada em operação da plataforma marítima afretada Anita Garibaldi.
  • O prazo médio da dívida líquida caiu para 11,4 anos ao fim de setembro, ante 12,1 anos ao fim de junho. Já o custo médio dessa dívida ficou em 6,5% ao ano, contra 6,6% ao ano três meses atrás, informou a Petrobras nesta quinta-feira, 9.
  • Com isso, a relação entre endividamento líquido e o Ebitda ajustado ficou em 1,15x em 30 de setembro, ante 1,02x ao fim de junho.
  • O fluxo de caixa operacional (FCO) atingiu US$ 11,6 bilhões (R$ 56,52 bilhões) no terceiro trimestre. Este foi o quarto maior FCO da história da companhia, destaca o relatório. Mas ainda ficou 10,6% abaixo do registrado no mesmo período de 2022, e 18,4% acima daquele do segundo trimestre deste ano.
  • Já o fluxo de caixa livre totalizou R$ 40,9 bilhões entre julho e setembro, sendo 22,7% inferior ao de um ano atrás, mas 23% acima do registrado no trimestre imediatamente anterior.
  • No terceiro trimestre, os investimentos da Petrobras totalizaram US$ 3,4 bilhões, 4,7% acima do segundo trimestre. Nos primeiros nove meses do ano, os investimentos totalizaram US$ 9,1 bilhões, um crescimento de 31% em relação aos mesmos nove meses de 2022.
  • “Mesmo com o cenário desafiador enfrentado pelo mercado fornecedor no contexto inflacionário pós-pandemia, que influenciou a capacidade de suprimento da demanda crescente de recursos críticos para a indústria de óleo e gás, projetamos encerrar o ano com patamar de US$ 13 bilhões de investimentos, sem comprometer a meta de produção planejada para 2023”, diz o comunicado da empresa.

Da Petrobras ao Bradesco, essas foram as empresas que se destacaram hoje. Para ler todas as matérias clique aqui.

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Vanessa Loiola

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