Dividendos do CPTS11: veja quanto será pago em junho

O fundo imobiliário CPTS11 anunciou a manutenção do patamar de distribuição pelo 10º mês consecutivo ao informar que os dividendos do CPTS11 serão de R$ 0,09 por cota, referentes à competência de maio de 2026.

O pagamento será efetuado em 22 de junho de 2026. Terão direito aos proventos os investidores com posição no fundo até o encerramento do pregão de 15 de junho de 2026, data-base definida para a distribuição.

Com base na cotação de fechamento de maio, de R$ 7,64, o rendimento mensal do fundo corresponde a um dividend yield aproximado de 1,18%. No mês anterior, o dividendo distribuído representou 122,4% do CDI descontado imposto de 15% em relação à cota de mercado.

Para pessoas físicas, os dividendos de fundos imobiliários são isentos de Imposto de Renda, desde que atendidas as condições previstas na legislação aplicável.

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Dividendos do CPTS11: calendário e rendimento

A manutenção do valor de R$ 0,09 por cota sinaliza estabilidade na política de distribuição do fundo ao longo de 10 meses consecutivos. O cronograma divulgado estabelece 15 de junho de 2026 como data-base e 22 de junho de 2026 como a data de pagamento dos proventos.

Considerando o preço de R$ 7,64 no fechamento de maio, o dividend yield mensal aproximado de 1,18% reflete o retorno em relação ao valor de mercado no período. Em comparação, o resultado do mês anterior indicou que a distribuição correspondeu a 122,4% do CDI, após a dedução do imposto de 15%, tomando por referência a cota de mercado.

A isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas aplica-se aos dividendos de FIIs, desde que observadas todas as exigências legais vigentes.

Fundo mantém carteira high grade e amplia posição em CRIs

Em abril, a rentabilidade a mercado ajustada por proventos foi de 0,48%, enquanto a rentabilidade patrimonial ficou negativa em 0,81%. No mesmo intervalo, o IFIX avançou 1,53% e o IMA-B subiu 1,81%.

A cota a mercado encerrou abril em R$ 7,93, com desconto aproximado de 10,4% frente à cota patrimonial, de R$ 8,85. Desde o início, em 5 de agosto de 2014, a cota a mercado ajustada rendeu 239,2%, e a cota patrimonial acumulou alta de 268,8%. No período, o IFIX avançou 181,2%, e o CDI bruto somou 201,9%.

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No segmento de recebíveis, o desempenho foi influenciado pelo fechamento da curva de títulos públicos, com a marcação a mercado passando de IPCA + 8,64% para IPCA + 8,57%. A carteira de FIIs apresentou retorno negativo de 1,18% no mês, ante a alta de 1,53% do IFIX.

Considerando o preço de fechamento de 30 de abril de 2026, o fundo exibe yield implícito de IPCA + 10,64% ao ano. O potencial de valorização total é estimado em 14,4% sobre a carteira de FIIs, ou de 9,7% quando considerado o patrimônio líquido.

No mês, houve compra definitiva de R$ 1,40 milhão em CRIs, a uma taxa média de IPCA + 12,34% e spread de 5,06%. As vendas definitivas somaram R$ 98 mil em CRIs, com taxa média de IPCA + 9,03% e spread de 0,26%.

De acordo com a gestão, o perfil de crédito segue high grade, com 100% da carteira de crédito adimplente e ausência de operações estressadas no portfólio. A carteira é composta por 19 CRIs, que representam 24,8% dos ativos, e 78 FIIs, equivalentes a 63,9% dos ativos. Os 8,2% restantes estão alocados em operações de carrego, nas quais o fundo mantém FIIs para outros fundos e recebe remuneração de CDI + 1% ao ano.

Na carteira de FIIs, 79,6% da exposição está em fundos de tijolo e 20,4% em fundos de papel.

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Redação Suno Notícias

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