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    Radar do Mercado: Grupo Fleury (FLRY3) divulga resultados do 1T21

    Radar do Mercado: Grupo Fleury (FLRY3) divulga resultados do 1T21

    O Grupo Fleury (FLRY3), prestador de serviços de saúde nos segmentos de exames laboratoriais e diagnósticos por imagem, divulgou os resultados do primeiro trimestre de 2021.

    A receita bruta consolidada atingiu o segundo maior nível histórico no trimestre, somando R$ 964,3 milhões (25,1% vs. 1T20). Esse crescimento se deve, em sua maior parte, ao aumento da demanda por exames eletivos nas unidades de atendimento, especialmente nos meses de janeiro e fevereiro.

    Além disso, a receita no segmento B2B obteve um aumento de 36,8% em relação ao 1T20, impulsionado pelo maior volume de exames eletivos e testes de Covid-19 nos hospitais e laboratórios de referência.

    Os testes de Covid-19 representaram 9,7% da receita bruta consolidada, 7% da receita originada apenas pelas unidades de atendimento e 22,4% da receita originada somente do segmento B2B. Além disso, no consolidado a participação dos testes de Covid-19 apresentou queda, saindo de 11,1% no 4T20 para 9,7% nesse trimestre.

    Em relação à medicina personalizada e de precisão (genômica), a receita bruta no 1T21 foi de R$ 20,9 milhões, o que demonstra um aumento de 31,5%, em relação ao 1T20, mesmo no cenário adverso da pandemia.

    Em relação aos outros elementos financeiros, a companhia apresentou um Ebtida de R$ 285,5 milhões (45,7% vs. 1T20), um lucro líquido de R$ 118,6 milhões (102% vs. 1T20) e um ROIC sem ágio de 47,2%.

    Sobre o endividamento, a dívida bruta aumentou 18,2% em relação ao 1T20, por conta da captação de R$ 400 milhões realizada em abril de 2020. No entanto, o nível de alavancagem se manteve saudável e apresentou um indicador dívida líquida/Ebitda de 1,0x.

    O Grupo Fleury também reportou os investimentos no valor de R$ 51,3 milhões, sendo R$ 16,8 milhões para novas unidades e expansão de oferta nas unidades existentes, R$ 5 milhões para manutenção e renovação de equipamentos, além de R$ 29,6 milhões em TI/Digital focados no desenvolvimento da plataforma de saúde e da estratégia de digitalização da companhia.

    Em 2016, a companhia havia planejado a abertura de 73 a 90 novas unidades de atendimento até 2021. Até o momento, 55 unidades foram inauguradas, representando 74% do ponto inferior.

    A companhia também realizou M&As, que totalizam seis aquisições de marcas de medicina diagnóstica, somando mais 72 novas unidades ao portfólio de marcas – 36 em regiões onde já havia operações e 36 em novas regiões.

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    Tiago Reis
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