Itaúsa (ITSA4) paga JCP; Oi (OIBR3) e JSL (JSLG3) ficam no radar: Veja as 5 notícias mais lidas da semana

Itaúsa (ITSA4) paga JCP; Oi (OIBR3) e JSL (JSLG3) ficam no radar: Veja as 5 notícias mais lidas da semana
Itaúsa (ITSA4) Foto: Divulgação

A Itaúsa (ITSA4) anunciou esta semana que pagará juros sobre capital próprio no total de R$ 798 milhões. A notícia sobre os dividendos ficou à frente das mais lidas da semana.

Outra matéria que entrou nessa relação das 5 mais lidas foi a da Oi (OIBR3). A companhia divulgou seu balanço trimestral na última quarta e teve o desempenho analisado pelo BTG Pactual (BPAC11). O relatório lembrou que as ações da operadora estão sendo negociadas com “desconto excessivo” e concluiu dizendo que os papéis têm “bom potencial de alta”.

Fundo imobiliário e JSL

O terceiro lugar da lista ficou com a reportagem sobre o fundo imobiliário CSHG logística (HGLG11), que anunciou sua sétima emissão de cotas para captar R$ 669.999.967,90.

Na sequência, vem a JSL (JSLG3). que mostrou interesse em entrar na disputa pelos Correios, no leilão de privatização da estatal, previsto para o primeiro semestre de 2022.

Veja a seguir um resumo com os links para as notícias mais lidas na semana:

1- Itaúsa (ITSA4): pagamento de R$ 798 milhões em JCP é a mais lida da semana

A remuneração da Itaúsa (ITSA4) figura no topo das matérias mais lidas da semana. A holding que é a principal acionista do Itáu Unibanco (ITUB4) divulgou os resultados do segundo trimestre de 2021 na última segunda (9).

A operadora teve lucro líquido de R$ 3,514 bilhões no segundo trimestre deste ano, alta de 487,1% comparada ao final de junho de 2020 — quando somou R$ 598 mi.

No mesmo dia. a Itaúsa informou que fará o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP). O total chega a R$ 798 milhões, com R$ 0,03734 por ação em juros sobre capital próprio (JCP).

O pagamento dos JCP da Itaúsa era destinado apenas aos investidores com ações da holding em 13 de agosto.

2- Ações da Oi (OIBR3) estão com ‘desconto excessivo’

Outro balanço aguardado da semana foi o da Oi (OIBR3). O desempenho operacional da operadora no segundo trimestre deste ano foi apresentado ao mercado na quarta (11) — e agradou investidores.

A operadora somou um lucro líquido de R$ 1,1 bilhão e reverteu prejuízo de R$ 3,4 bilhões O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da Oi caiu 5,5%, para R$ 1,2 bilhão.

E a receita líquida foi de R$ 4,3 bilhões, 3,4% menor na comparação anual. Em relatório divulgado no dia seguinte ao balanço, o BTG Pactual comparou números da tele com o desempenho na bolsa e notou que havia outro detalhe promissor em relação à companhia.

“Nos valores atuais, vemos as ações da Oi com um desconto excessivo. Estamos confiantes de que a venda da operação móvel e da empresa de infraestrutura será concluída de forma satisfatória. Prevemos um bom crescimento proveniente dos negócios de fibra da empresa,” avaliaram os analistas.

O BTG cravou recomendação de compra para a ação ordinária da Oi e enxergou potencial de alta.

No mesmo dia, durante teleconferência para comentar o balanço, a Oi (OIBR3), por coincidência, endossou a projeção de horizonte favorável. Os executivos disseram que dentro de dois a três anos 10% das receitas virão de novas fontes, como Oi Play, Oi Place e outros produtos do portfólio.

3- HGLG11 tem emissão robusta e perspectiva de crescer

Na terceira mais lida da semana,  o protagonista foi o fundo imobiliário CSHG logística (HGLG11). O FII aprovou a sétima emissão de cotas — num valor altamente convidativo.

O HGLG11 quer emitir, no mínimo, 322.789 cotas novas e, no máximo, 4.325,371. Esse montante ainda pode ser elevado em 20%, se a administradora do fundo optar por um lote adicional na oferta.

Marcos Correa, especialista em FIIs da Suno Research, disse que o preço da emissão tem incentivado investidores a participar da operação. Segundo ele, o rendimento do FII tem potencial para aumentar nos próximos anos.

O HGLG11 é hoje o terceiro maior fundo de galpões logísticos na Bolsa de Valores de São Paulo (B3), ficando atrás do XPLG11 e do PBLV11 em patrimônio. Se o FII conseguir captar o valor total esperado com essa emissão, ele assumirá a liderança. O setor de galpões também passa por mudanças, com possibilidade de crescimento.

4- JSL (JSLG3) quer lutar pelos Correios e entra nas mais lidas

O presidente da JSL (JSLG3) Ramon Alcaraz deu uma declaração no dia 10 que mexeu com o mercado. O executivo da empresa controlada pelo Grupo Simpar (SIMH3) revelou que a companhia de logística, transporte rodoviário de cargas e fretamento tem interesse em participar do leilão de privatização dos Correios, em 2022. A notícia foi direto para a lista das mais lidas.

Alcaraz fez só uma ressalva: as condições do edital. “Vamos avaliar. Temos que ver o bolo inteiro”, disse durante a teleconferência de resultados.

A JSL iria para um disputa com companhias que já mostraram interesse, como a Magazine Luiza (MGLU3) e a Amazon.

Os Correios têm cerca de 6,3 mil agências próprias no País, além de 4,3 mil comunitárias, 1 mil franqueadas e 127 permissionárias, segundo os últimos dados de 2018.

5- IRDM11: emissão com pagamento de R$ 1,15 por cota

No dia 11. uma emissão chamou a atenção na matéria sobre o fechamento do IFIXÍndice de Fundos Imobiliários da B3. e entrou na lista das mais lidas da semana,

O índice encerrou aquela quarta-feira (11) em queda de 0,57%, a 2.739,91 pontos, com os fundos imobiliários XPCM11 e RCRB11 puxando para baixo e o BLZI11 e o KNCR11, no sentido contrário.

Não só o IRDM11 — que pagará R$ 1,15 por cota, no dia 17 de agosto — se destacou. O dia estava especialmente recheado de boas oportunidades.

Essas foram as 5 notícias mais lidas da semana. Para ler todas, clique aqui.

Marco Antônio Lopes

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