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JHSF (JHSF3) aprova emissão de R$ 100 milhões em nota promissória comercial

JHSF (JHSF3) aprova emissão de R$ 100 milhões em nota promissória comercial
JHSF. Foto: Divulgação/Governo de São Paulo

A JHSF (JHSF3) informou nesta segunda-feira (27) que seu conselho de administração aprovou a emissão de R$ 100 milhões em nota promissória comercial.

É a primeira emissão desse tipo da companhia. Além disso, a JHSF explicou que a distribuição será pública e com esforços restritos, com suporte banco Bradesco (BBDC4).

A nota não terá garantias: será em série única e o vencimento em até 365 dias. A remuneração seguirá a variação do CDI mais 1,40% ao ano. O pagamento ocorrerá no vencimento do papel.

Segundo a companhia, os recursos obtidos na emissão serão integralmente utilizados para a recompra de ações da companhia e para gestão ordinária dos negócios.

A ação da JHSF (JHSF3) encerrou o pregão de hoje em queda de 0,32%, valendo R$ 6,27. No ano, o papel da companhia acumula uma queda de 19,72%, frente ao fechamento a R$ 7,81 ao final de dezembro de 2020.

Veja também:

BB prevê valorização de 64,1% para ação da JHSF

Na última semana, o BB Investimentos atualizou o preço-alvo da JHSF (JHSF3) para o final de 2022. Ficou em R$ 10,50 por ação, o que equivale a uma valorização potencial de 64,1%. Em relatório, o banco manteve sua recomendação de compra para a companhia.

O BB Investimentos revisou o preço-alvo para a companhia, apesar das ações da JHSF apresentarem uma desvalorização de 15,4% no ano e de 8,7% nos últimos 12 meses. Contudo, na visão do banco, “esse desempenho está mais atrelado à maior aversão ao risco decorrente do cenário macroeconômico dos últimos meses do que aos fundamentos da companhia. Dessa forma, acreditamos que a capacidade de seguir desenvolvendo projetos bem-sucedidos ao público de alta renda continuará contribuindo positivamente para sua geração de valor.”

O BB também explica que revisou o valuation da JHSF para incorporar os resultados do primeiro semestre deste ano e revisitar premissas relacionadas ao crescimento de receita e rentabilidade no curto prazo.

Com informações do Estadão Conteúdo.

Laura Moutinho

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