Eleições 2026: como proteger os investimentos em um cenário de alta volatilidade

O ano de 2026 começou com um nível alto de incerteza nos mercados financeiros. No Brasil, o cenário eleitoral já movimenta as decisões de investimentos, enquanto, no exterior, tensões geopolíticas e disputas entre grandes potências pressionam os ativos globais.

Além do calendário político doméstico, os investidores lidam com discussões entre Estados Unidos e Europa e com conflitos geopolíticos que afetam as cotações das commodities, moedas e bolsas ao redor do mundo. Como consequência, o mercado brasileiro também sente os reflexos desse cenário externo.

Apenas no primeiro mês do ano, o Ibovespa rompeu máximas históricas, junto com ouro. Por outro lado, a cotação do petróleo e do minério de ferro oscilaram em meio a uma montanha-russa geopolítica.

Diante desse contexto, a preservação do patrimônio ganha ainda mais importância, não apenas em termos nominais, mas também em poder de compra.

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Como proteger o patrimônio neste ano?

Segundo João Arthur, diretor de investimentos da Suno Consultoria, o primeiro passo em períodos de maior instabilidade é mudar o foco do investidor. A prioridade deve ser proteger o patrimônio antes de buscar retornos mais elevados.

“Nosso lema aqui na Suno Consultoria é preservar patrimônio, porque antes de pensar em ganhar a gente precisa pensar em preservar, e preservar não só em valores nominais, mas em poder de compra”, diz ele.

Essa preservação passa, necessariamente, por fazer o patrimônio acompanhar a inflação ao longo do tempo, evitando perdas silenciosas em períodos de preços mais pressionados.

Para atravessar momentos de alta volatilidade, João Arthur destaca a diversificação como uma das principais ferramentas à disposição do investidor. A estratégia ajuda a reduzir riscos sem, necessariamente, comprometer os retornos.

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O conceito se baseia na correlação entre ativos. Enquanto alguns se movem de forma semelhante, outros têm comportamentos distintos em momentos de estresse, o que ajuda a suavizar as oscilações da carteira como um todo.

Na prática, a diversificação envolve a alocação em diferentes classes de ativos. No Brasil, isso inclui renda fixa pós-fixada, prefixada e atrelada à inflação, além de títulos públicos e crédito privado. Na renda variável, entram ações e fundos imobiliários.

Diversificação internacional e renda fixa

Além disso, a diversificação internacional também cumpre um papel relevante, seja por meio de renda fixa no exterior, como bonds, ou por investimentos em ações internacionais via ETFs ou BDRs. Essa exposição ajuda a reduzir a dependência do cenário doméstico e dilui riscos específicos do Brasil

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No Brasil, aplicações atreladas ao CDI seguem remunerando bem, enquanto, no exterior, os juros ainda se encontram em patamares elevados em termos históricos.

Por fim, João Arthur reforça que, além da análise técnica, o preparo emocional é essencial para proteger o patrimônio em momentos como este. Dentro deste contexto, contar com o apoio de uma consultoria de investimentos pode ser estratégico para tomar as melhores decisões para o seu portfólio.

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Giovanna Oliveira

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