Eficácia da CoronaVac; Via Varejo (VVAR3) e IRB (IRBR3): Veja as 5 notícias mais lidas da semana

Eficácia da CoronaVac; Via Varejo (VVAR3) e IRB (IRBR3): Veja as 5 notícias mais lidas da semana
Vacina. Foto: Tânia Rêgo - Agência Brasil

A reconhecimento da China de que as vacinas chinesas contra o coronavírus (Covid-19) têm baixa eficácia liderou as notícias mais lidas dessa semana. O governo chinês considera misturar imunizantes para melhorar o seu desempenho, de acordo com o jornal The Washington Post.

Em segundo lugar entre as notícias mas lidas está a matéria sobre a  Via Varejo (VVAR3), que teve seu preço-alvo cortado pelo BB Investimentos, frente aos resultados da companhia no quarto trimestre de 2020 e às novas medidas de restrição por conta da segunda onda de covid-19.

Os leitores também ficaram de olho nas notícias sobre a Minerva (BEEF3), Marfrig (MRFG3), IRB Brasil (IRBR3) e sobre o fundo imobiliário MXRF11.

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Veja abaixo um resumo e o link para as cinco notícias mais lidas na semana:

1- Eficácia da Coronavac lidera notícias mais lidas

No topo das notícias mais lidas do SUNO Notícias nesta semana está a matéria sobre a eficácia da Coronavac.

A autoridade máxima de controle da Covid-19 na China admitiu, em uma coletiva de imprensa, que as vacinas chinesas contra Covid-19 têm baixa eficácia e que o governo chinês está considerando misturar vacinas para melhorar sua efetividade, segundo o jornal The Washington Post. A Coronavac, produzida com insumo chinês, é a vacina mais aplicada no Brasil contra o coronavírus até o momento.

As vacinas feitas por duas empresas estatais chinesas – Sinovac e Sinopharm – foram exportadas para 22 países, incluindo o Brasil. Outros países que receberam as vacinas chinesas são México, Turquia, Indonésia e Hungria.

“As vacinas chinesas não têm taxas de proteção muito altas”, afirmou Gao Fu, diretor do Centro Chinês para Controle e Prevenção de Doenças (CDC), em uma conferência realizada na cidade de Chengdu. O governo chinês distribuiu centenas de milhares de doses no exterior, ao mesmo tempo em que questionava a eficácia da vacina da Pfizer e BioNTech. “Agora está sendo formalmente avaliado se devemos usar diferentes vacinas de diferentes linhas técnicas para o processo de imunização”, afirmou o representante da China.

2- BB-BI corta preço-alvo para Via Varejo

A segunda entre as notícias mais lidas foi sobre a Via Varejo (VVAR3). Na quarta-feira (14) o BB Investimentos cortou o preço-alvo para a companhia, devido aos seus resultados apresentados no último trimestre do ano passado e às novas medidas de restrições adotadas para conter a segunda onda da pandemia de coronavírus.

O banco cortou o rating da Via Varejo para 2021 de R$ 24,80 para R$ 18,50, com manutenção da recomendação de Compra.

“Apesar da pandemia do covid-19 ter dificultado a execução do plano de expansão, a companhia foi capaz de aproveitar a oportunidade para evoluir nos demais pilares estratégicos”, avaliou o BB-BI.

3 – Minerva e Marfrig estão entre notícias mais lidas

Em terceiro lugar entre as notícias mais lidas, está a matéria sobre o aumento nos preços da arroba bovina e a queda na renda dos brasileiros. Nesse cenário o mercado vem sofrendo com uma onda de suspensões temporárias de produção e com isso, as duas gigantes do setor, Minerva Foods (BEEF3) e a Marfrig Global Foods (MRFG3) tiveram que parar suas operações.

A Minerva está com operações paradas e seus funcionários em férias coletivas na unidade de Mirassol D’Oeste, em Mato Grosso, sem previsão de retorno, disse uma fonte à Reuters.

Além disso, de acordo com a agência, a Marfrig concedeu férias coletivas aos seus colaboradores por 30 dias na unidade de Alegrete, Rio Grande do Sul. Todavia, as atividades foram retomadas no primeiro dia do mês de abril.

4- IRB fica no radar dos investidores


Na última segunda-feira (12), a Superintendência de Proteção e Orientação aos Investidores (SOI) da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) encerrou o processo administrativo que avaliava o caso da suposta manipulação de preços das ações do IRB Brasil (IRBR3) pelo banco UBS. Agora, a área técnica da autarquia dará seguimento ao caso.

Segundo um documento divulgado na sexta-feira (9), os técnicos da CVM darão procedimento “às investigações em processo administrativo próprio e tomarão as providências apropriadas, independentemente de provocação da parte, no estrito exercício do poder de polícia, no âmbito administrativo”. Os acionistas do IRB Brasil protocolaram a reclamação em outubro de 2020.

No dia 5 daquele mês, os investidores do ressegurador reclamaram ao SAC da autarquia que o banco UBS teria divulgado a retomada da cobertura da empresa, com preço-alvo de R$ 4,60. No dia seguinte, os papéis caíram mais de 15%.

5- Cotistas ficam de olho na alocação do FII MXRF11

Com a sétima emissão de cotas do fundo imobiliário  MXRF11, ou Maxi Renda, em andamento há mais de um mês, os acionistas têm agora de começar a prestar atenção em como será a alocação dos recursos levantados.

“A partir do fim da subscrição do MXRF11, o fundo imobiliário deve começar a alocar. O investidor precisa ficar atento à velocidade da alocação e compará-la com outros casos. Se as outras foram mais rápidas, ponto de atenção, porque quanto mais rápido, melhor”, afirmou Jacinto Santos, analista da FundExplorer, em transmissão conjunta com Tiago Reis, do Grupo Suno, feita nesta quarta-feira (14).

“Mas nem sempre isso é possível e, se não for possível, o investidor tem de cobrar da gestão os motivos”, completa. Para o analista, quando a alocação demora a ser feita, quem investiu nas cotas tem de se perguntar: “o que os gestores estão vendo que eu não estou?”.

A preocupação dos investidores com a agilidade na alocação dos recursos do MXRF11, fez com que a matéria ficasse entre as 5 notícias mais lidas da semana, junto com a eficácia da Coronavac e o IRB.

Laura Moutinho

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