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Banco do Brasil (BBAS3) foca em experiência do cliente para encarar fintechs

Banco do Brasil (BBAS3) foca em experiência do cliente para encarar fintechs
O presidente do Banco do Brasil (BBAS3), André Brandão, disse que o a instituição investirá na experiência dos clientes.

O presidente do Banco do Brasil (BBAS3), André Brandão, disse, nesta sexta-feira (6), que o caminho da instituição para fazer frente às fintechs e ao mercado competitivo é focar na experiência dos clientes. A declaração foi dada na teleconferência de resultados com analistas nesta manhã.

“Não é só falar na experiência do cliente de uma forma simples. É o que nós acreditamos aqui no Banco do Brasil. Uma boa forma de competir com a indústria nova que tem chegado, como as fintechs, é melhorar a experiência do cliente”, disse Brandão. Essa foi a primeira teleconferência dele na liderança do banco, após ter substituído Rubem Novaes em setembro.

“Isso passa por uma mudança de atitude, do quadro de funcionários que interagem com os clientes, mas também no aspecto digital. Criando essa melhor experiência dos clientes, isso irá nos ajudar a reter a base de clientes”, salientou. “Para tanto, já temos algumas áreas focadas em experiência do cliente dentro da organização. Eu trouxe a unidade de Ouvidora para reportar diretamente a mim com o intuito muito simples, de dissecar junto à diretoria qualquer problema”.

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A fala de Brandão ocorre no âmbito do processo de revisão estratégica iniciada pelo Banco do Brasil há cerca de dois meses. No que se refere ao melhor atendimento aos clientes, o executivo da instituição estatal disse que as equipes responsáveis buscarão as melhores práticas do mercado para implementar nas demais áreas do banco.

Esse processo também se estende para as áreas de produtos e meios de pagamento, com o objetivo de encontrar sinergias entre as operações de atacado e varejo, segundo Brandão.


Agenda ESG também é uma aposta do Banco do Brasil

Dentre as alavancas projetadas para a operação do banco, o executivo também pontuou a agenda ESG, com as premissas voltadas para o meio ambiente, e questões sociais e de governança. Segundo ele, a carteira do banco já é “muito substancial vinculada a isso”, mas acredita que a instituição ainda possui potencial para ampliar a atuação.

Nesse sentido, Brandão disse que o BB possui potenciais externos, “como a redução de emissões de carbono, transferência de energia elétrica para energia solar, temos discussões sobre densidade interna. E, inclusive, podemos continuar com a transferência de nossos clientes de alto carbono para baixo carbono”.

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O executivo também salientou os aspectos de eficiência e redução de despesas, que continuarão no foco da diretoria do banco — cerca de 60% das despesas da instituições são direcionadas para pagamento de pessoal.

Além disso, Brandão pontuou que outra das alavancadas do Banco do Brasil é o fortalecimento em áreas que a organização já é protagonista, como no agronegócio, crédito consignado e nas relações com o governo. “As atuações são distintas, mas todas elas são relacionadas com a experiência do cliente. Temos que agregar valor para nossos clientes, em todos os aspectos”, disse o executivo.

Jader Lazarini

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