FIIs pagam hoje; KNCR11 lidera com R$ 1,00 por cota

Nove fundos imobiliários realizam distribuições nesta quinta-feira (12), com destaque para KNCR11 e KNSC11, que pagam R$ 1,00 e R$ 0,08 por cota, respectivamente. A regra no Brasil exige que os FIIs repassem, ao menos semestralmente, 95% do resultado em regime de caixa, mas muitos optam por repasses mensais aos cotistas. Essa prática dá previsibilidade, sem garantir valores fixos.

Para investidores pessoas físicas, os rendimentos de FIIs têm isenção de Imposto de Renda, desde que o fundo cumpra requisitos legais, como ter cotas negociadas em bolsa e base de cotistas pulverizada. Os valores são creditados diretamente na conta da corretora do investidor, sem necessidade de DARF para esses proventos específicos.

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Como são classificados como renda variável, os FIIs sofrem com oscilações de preço e mudanças nos rendimentos, que refletem a performance da carteira e o cenário de juros. Por isso, a análise de risco, liquidez e histórico de distribuição é essencial antes de alocar capital.

Especialistas da SUNO Research reforçam boas práticas: manter orçamento organizado, construir reserva de emergência e evitar endividamento antes de investir. Essa disciplina ajuda a atravessar períodos de volatilidade sem comprometer objetivos de longo prazo.

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Entre os destaques do dia, o KNCR11, fundo de papel criado em 2012 e administrado pela Intrag, paga R$ 1,00 por cota, com DY de 0,96% no mês e 13,98% em 12 meses. Já o KNSC11, também de papel, distribui R$ 0,08 por cota, com DY mensal de 0,91% e 12,90% em 12 meses, mantendo perfil conservador em crédito.

Outros FIIs que pagam hoje incluem KCRE11 (R$ 0,08), KNHY11 (R$ 0,90), KNIP11 (R$ 0,65), RPRI11 (R$ 0,86), VCJR11 (R$ 0,61) e ZAVI11 (R$ 0,11). Há fundos mistos, como o fundo misto ZAVI11 e o KCRE11, e diversos fundos de papel com diferentes gestores e históricos de distribuição.

Em comum, todos creditam proventos na corretora e seguem a exigência legal de repasse de resultados. Para o investidor, é crucial acompanhar o relatório gerencial, checar o DY de 12 meses e avaliar riscos de crédito. Lembre-se: os fundos imobiliários podem variar no curto prazo; invista com visão de longo prazo e carteira diversificada. Esta matéria não constitui recomendação de investimento.

Redação Suno Notícias

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