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    Radar do Mercado: BRF (BRFS3) comunica aquisição de produtora gaúcha de rações Hercosul

    Radar do Mercado: BRF (BRFS3) comunica aquisição de produtora gaúcha de rações Hercosul

    Na sexta feira (18/06), a BRF comunicou que sua subsidiária BRF Pet, dedicada ao mercado de pet food, celebrou um contrato para aquisição de 100% do capital social das empresas que compõem o Grupo Hercosul.

    O Grupo Hercosul está há 20 anos no mercado de pet food, sendo composto por um conjunto de empresas dedicadas ao desenvolvimento, produção e distribuição de rações secas e úmidas para cães e gatos.

    No total, o grupo tem duas unidades produtivas, uma no Rio Grande do Sul e outra mais recente localizada no Paraguai. A companhia também conta com quatros centros de distribuição, dos quais três estão no Brasil e um no Paraguai, e uma frota própria para o transporte.

    Além da distribuição em todo o território nacional, também exportam para países como Bolívia, Chile, Colômbia, Nigéria, Panamá, Paraguai e Uruguai. O grupo é dono das marcas Biofresh, Three Dogs, Three Cats, Primocão, Primogato, Apolo e Átila.

    Segundo a BRF, esse movimento fortalece a geração e diversificação de negócios da empresa, com o objetivo de atender a crescente demanda nesse setor.

    Com a conclusão, a BRF passa a ser um dos maiores players, contando com uma participação de 4% no setor, segundo estimativas da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (ABINPET). Essa movimentação está de acordo com o objetivo divulgado pela companhia em 2020 de se tornar uma das duas maiores empresas do mercado pet food até 2025.

    Segundo dados do mercado da ABINPET, em 2019, os brasileiros gastaram mais de R$ 16 bilhões com rações para pet, o que representou um aumento de 8,4% em relação a 2018, mostrando um mercado em potencial para se explorar.

    O valor da operação não foi divulgado, pois está sujeito aos ajustes contemplados no contrato de compra e venda, e será divulgado ao mercado assim que houver o fechamento da operação.

    Segundo a companhia, a operação não depende da aprovação de assembleia geral, visto que será realizada por meio da sua subsidiária e que existe fundamentação econômica para tal.

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    Tiago Reis
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