Rússia suspende proibição de parte das exportações de diesel

O Governo da Rússia decidiu suspender a proibição das exportações de diesel por oleoduto via portos, removendo a maior parte das restrições que foram comunicadas no fim de setembro.

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As restrições às exportações de gasolina da Rússia, contudo, ainda seguirão em vigor.

“O governo suspendeu as restrições às exportações de combustível diesel entregue aos portos marítimos por meio de dutos, desde que o fabricante forneça pelo menos 50% do combustível diesel produzido ao mercado interno”, disse o governo da Rússia em um comunicado oficial.

Vale destacar que o diesel é justamente o principal produto derivado do petróleo que a Rússia exporta.

Somente em 2022, foram 35 milhões de toneladas exportadas, sendo uma grande parte desse volume enviado via oleodutos.

No caso da gasolina, o país comandado por Vladimir Putin exportou 4,8 milhões de toneladas em 2022.

As decisões de restrições tomadas em meados de setembro, vale lembrar, vieram para conter uma alta volatilidade nos preços internos.

“Anteriormente, para estabilizar a situação no mercado de combustíveis, o governo aumentou os volumes obrigatórios de fornecimento de gasolina e diesel para a bolsa de mercadorias”, disse o Ministério de Energia, à época.

“Também foi estabelecido o monitoramento diário das compras de combustível para as necessidades dos produtores agrícolas com ajuste imediato dos volumes”, acrescentou a pasta.

Nos dias em que a decisão foi tomada, o petróleo Brent estava em sua máxima de 10 meses.

Rússia: suposto míssil cai em velório na Ucrânia; Número de mortos supera 50 pessoas

Nesta quinta-feira (5), um suposto míssil Iskander-M, da Rússia, atingiu um café e uma loja de Hroza, uma aldeia na região de Kharkiv, na Ucrânia. Pelo menos 51 pessoas morreram, entre elas um menino de 6 anos. Outras seis estão em estado grave.

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De acordo com informações do Ministério de Defesa da Ucrânia, relatos indicam que as vítimas estavam reunidas no local atingido para homenagear moradores que morreram no início da guerra e que foram enterrados em sua terra natal. O estabelecimento ficou totalmente destruído.

Em uma postagem na rede social X (ex-Twitter), o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, classificou o ataque como “brutal” e “genocida”.

Zelensky está em Granada, na Espanha, onde participa da cúpula da Comunidade Política Europeia (CPE).

Em comunicado no Telegram, o ministro de Assuntos Internos ucraniano, Ihor Klymenko, disso que a “análise dos destroços está em andamento”.

Com uma população estimada em, até então, 330 habitantes, Hroza perdeu cerca de um quinto de sua população com as mortes. A área está sob intenso cerca de tropas da Rússia desde junho.

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Eduardo Vargas

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