Raízen (RAIZ4), Ipiranga e Vibra (BRDT3) formam consórcio de R$ 115 milhões no Pará

Raízen (RAIZ4), Ipiranga e Vibra (BRDT3) formam consórcio de R$ 115 milhões no Pará
Recentemente a A Raízen também fechou contrato para a formação de uma joint venture com o Grupo Gera - Foto: Reprodução

Um consórcio formado pelas distribuidoras Raízen (RAIZ4), Ipiranga e Vibra (BRDT3) começa a operar numa nova base de distribuição de combustíveis em Miritituba, no Pará.

O objetivo do consórcio da Raízen é atender, principalmente, à demanda do setor agrícola por diesel no Norte e no Centro-Oeste do Brasil. O investimento foi de aproximadamente R$ 115 milhões, divididos igualmente entre os participantes.

A base, administrada e construída pela Raízen, pode movimentar 300 milhões de litros de combustíveis por ano e tem tancagem total de 21.250 m³ de combustível.

Com ela, a expectativa é de redução de custos na cadeia produtiva agrícola e nos transportes.

“O novo hub dos Terminais Portuários de Santarém e Belém interligará, via bacia dos Rios Amazonas e Tapajós, os polos de distribuição com os mercados do Sul do Pará e do norte do Mato Grosso, se interconectando com a cadeia logística existente no atendimento do chamado ‘Arco Logístico Norte’ do transporte de grãos”, informa nota do consórcio.

Raízen investe em joint venture

A Raízen também fechou contrato para a formação de uma joint venture com o Grupo Gera, que atua no segmento de energia no Brasil.

Segundo o fato relevante da Raízen, a empresa fará um investimento de R$ 212 milhões por participações em empresas do grupo, “além de fazer um aporte primário no total de R$ 106 milhões para desenvolvimento de novos negócios”.

A companhia informa ainda que o contrato com a Gera tem como objetivo o desenvolvimento de três operações:

  • geração de energia
  • desenvolvimento de novos projetos de geração de energia renovável
  • e soluções de tecnologia, com foco no desenvolvimento e inovação para os consumidores de energia

O informe diz que após a realização do contrato a Raízen será a detentora do controle dos segmentos de geração de energia e desenvolvimento, enquanto a Gera manterá o controle de Soluções.

Com informações do Estadão Conteúdo

Eduardo Vargas

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