Oi (OIBR3), identidade de criador do bitcoin e dividendos do IRDM11: Veja as 5 notícias mais lidas

Oi (OIBR3), identidade de criador do bitcoin e dividendos do IRDM11: Veja as 5 notícias mais lidas
Bitcoin. Foto: Pixabay

A Oi (OIBR3) ficou entre as notícias mais lidas desta semana: o presidente da tele, Rodrigo Abreu, afirmou que o processo de arbitragem com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) sobre a concessão de telefonia fixa deve se encerrar após 2022, mas a migração para o regime privado deve acontecer antes da decisão definitiva, com previsão para o final do ano que vem.

O CEO da Oi prevê compensação por prejuízo em bilhões de reais, sem estimar valores ao final do processo.

Além da Oi, a possibilidade da identidade de Satoshi Nakamoto, criador do bitcoin ser revelada ficou no radar dos leitores.

Durante a semana também foram bem acessadas as notícias sobre os dividendos do IRDM11, a recomendação do Citi para a Via (VIIA3) e a possibilidade de a Cemig (CMIG4) vender a Taesa (TAEE11) e fazer o IPO da Gasmig no ano que vem.

Veja abaixo o resumo das principais notícias da semana e acesse os links para ler o texto completo. Bom final de semana!

Identidade de Satoshi Nakamoto, criador do bitcoin, pode ser revelada

Um julgamento na Flórida poderá acabar com um dos grandes mistérios do mercado financeiro e de criptoativos global: a identidade de Satoshi Nakamoto, o criador do bitcoin.

O bitcoin, a principal criptomoeda internacional, foi criada pelo pseudônimo Satoshi Nakamoto e a identidade da pessoa — ou grupo de pessoas — por trás do white paper com as regras do ativo nunca foi descoberta.

Hoje, a família de David Kleiman, falecido em 2013, está processando o programador Craig Wright pedindo metade da fortuna da carteira do criador do bitcoin.

Segundo o processo, os acusadores afirmam que Kleiman e Wright são as verdadeiras pessoas por trás do pseudônimo Nakamoto.

Dividendos do IRDM11

O fundo imobiliário Iridium Recebíveis Imobiliários (IRDM11) anunciou o pagamento de R$ 1,3659 por cota em rendimentos e ficou no radar dos investidores durante a semana. Esse é o maior valor pago pelo FII desde janeiro.

Os rendimentos do FII IRDM11 foram pagos na quinta-feira (18), contemplando os cotistas posicionados no fundo no fim da sessão de terça-feira (10).

Os rendimentos a serem distribuídos dizem respeito ao lucro obtido pelo fundo em novembro, e são 29,5% maiores que o registrado no mês anterior.

Na ocasião, os dividendos do IRDM11 somaram R$ 1,05466294. Com isso, o fundo viu seu dividend yield passar de 0,92% para 1,27%. Olhando para os últimos 12 meses, o FII registrou um dividend yield de 14,97%.

Via (VIIA3): Citi reduz preço-alvo e recomendação

Na reta final da temporada de balanços, a Via, assim como a Oi e a Cemig, ficou no radar dos investidores.

Na última semana o Citi cortou a recomendação da Via de compra para neutro e diminuiu o preço-alvo de R$ 20 para R$ 8. O banco vê a deterioração macroeconômica do País e os altos níveis de desemprego como fatores limitantes para o consumo, o que impacta diretamente a receita da varejista.

Com isso, mesmo antes dos resultados trimestrais da empresa, o banco reduziu as expectativas de ganhos e aumentou a de custos de capital, resultando na reavaliação da recomendação das ações da Via. A última avaliação do Citi para a Via tinha sido em junho deste ano.

Oi prevê compensação por prejuízo da concessão de telefonia fixa em bilhões de reais

O processo de arbitragem com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) sobre a concessão de telefonia fixa deve se encerrar após 2022, mas a migração para o regime privado deve acontecer antes da decisão definitiva, com previsão para o final do ano que vem. Foi o que disse nesta quinta (11) o presidente da Oi (OIBR3), Rodrigo Abreu. Além disso, o CEO prevê compensação por prejuízo em bilhões de reais, sem estimar valores ao final do processo.

“Sabemos que qualquer arbitragem como essa que envolve processo de concessão de serviço público é um processo extremamente complexo, bastante longo. É naturalmente algo que deveria durar entre 18 e 24 meses dependendo do processo. Mas esperamos que até o final do ano que vem, um prazo razoável, a conclusão da migração”, afirmou o presidente da Oi durante a teleconferência de resultados, que aconteceu na última semana.

Para relembrar: a Oi, Telefônica (VIVT3) e outras operadoras alegaram que as suas concessões estavam insustentáveis — ou gerando receitas negativas — e que as empresas precisavam ser ressarcidas para manter o serviço até o final da concessão.

Além da Oi, Cemig (CMIG4) fica entre mais lidas

A Cemig também ficou sob os holofotes nesta semana, já que pretende vender a participação que tem na Taesa (TAEE11) e realizar a abertura de capital da Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig) em 2022, segundo informou o diretor de Finanças e de Relações com Investidores da companhia, Leonardo Magalhães, ao Broadcast.

De acordo com Magalhães, a expectativa da Cemig era de concluir o processo de venda da Taesa neste ano, mas isso não foi possível. Uma das principais dificuldades está atrelada ao valor da Transmissora Aliança de Energia Elétrica, que dificulta o processo de negociação e, por consequência, de venda.

“O outro acionista (Isa Brasil) também teria opção de comprar nossa participação. Esse processo a gente entende que tem valores relevantes e gasta algum tempo para ser concluído”, disse Magalhães ao Broadcast.

Da Oi a Cemig, essas foram as 5 notícias mais lidas da semana. Para ler todas as notícias do SUNO Notícias, clique aqui ou nos siga no Instagram e Twitter.

Laura Moutinho

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