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Ibovespa fecha em queda de 1,49%, a 79.064,60 pontos

Ibovespa fecha em queda de 1,49%, a 79.064,60 pontos

Ibovespa fecha em queda de 1,49%, a 79.064,60 pontos

O Ibovespa encerrou o pregão desta segunda-feira (11) em queda de 1,49%, a 79.064,60 pontos.

Os investidores ficaram de olho nos resultados trimestrais das empresas que compõem o Ibovespa. Importantes balanços serão apresentados ao longo desta semana.

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Além disso, confira as principais notícias que movimentaram o mercado nessa segunda-feira

IRB Brasil: Susep instaura fiscalização por insuficiência de provisões

O IRB Brasil Resseguros (IRBR3) comunicou ao mercado nesta segunda-feira que recebeu ofício da Superintendência de Seguros Privados (Susep) de fiscalização especial, devido a “insuficiência apresentada na composição dos ativos garantidores de provisões técnicas e consequentemente da liquidez regulatória”.

A resseguradora afirmou que em reunião com seu conselho de administração avaliou a questão para prover alternativas para solucionar a cobertura das provisões técnicas. “A decisão poderá ser revertida assim que as provisões se adequarem às normas vigentes, a critério da Susep”, afirmou o IRB Brasil.

Segundo a empresa, tal situação decorre, em especial, “dos efeitos da variação cambial sobre as provisões da companhia em moeda estrangeira, tendo em vista o cenário causado pela covid-19. Outro fator identificado foi o aumento das provisões de sinistros a liquidar durante o primeiro quadrimestre de 2020”.

CNI e Itaú projetam queda no PIB

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cairá 4,2% neste ano. A projeção foi divulgada por meio de uma nota nesta segunda-feira (11), e assinada pelo presidente da confederação, Robson Braga de Andrade.

Segundo a CNI, o nível de assertividade da contenção dos impactos da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) será essencial para o PIB. Dada a situação atual, o estudo Informe Conjuntural traçou um cenário pessimista, um base e um otimista para a economia brasileira.

Saiba mais: PIB: CNI prevê queda de 4,2% da economia brasileira em 2020

Além disso, o Itaú (ITUB3; ITUB4) informou nessa segunda-feira através de um relatório, que prevê uma queda de 4,5% no Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2020. Anteriormente o banco já havia projetado uma queda de 2,5% do Produto.

Para o primeiro trimestre do ano, o Itaú projeta uma contração de 2,1% do PIB, ao passo que pra o segundo trimestre a previsão é de um resumo de 10,6%. Sobre o terceiro e quarto trimestres desse ano, o banco acredita em uma alta de 10,1% e 0,70% respectivamente.

Além disso, a instituição monetária projetou uma elevação na taxa de desemprego, que passou de 12,6% para 14% no final de 2020. Para o final de 2021, a taxa aumentou de 12% para 13,7%.

Selic

Os especialistas do mercado financeiro, responsáveis pela elaboração do Boletim Focus, diminuíram, novamente, a previsão da taxa básica de juros da economia (Selic) de 2020 na divulgação desta segunda-feira (11). Assim, a taxa saiu de 2,75% para 2,50% ao ano. Há quatro semanas, a projeção era de 3,25%.

Há menos de uma semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu cortar a taxa de juros mais uma vez, deixando-a em 3% ao ano, no menor patamar de sua série histórica.

Saiba mais: Boletim Focus prevê Selic a 2,50% em 2020 em nova projeção

A previsão do Produto Interno Bruto (PIB) para este ano também foi reduzida, pela 13ª semana consecutiva. A estimativa do Boletim Focus é de que haverá uma recessão na economia brasileira de 4,11%. Na semana passada a previsão era de uma queda de 3,76%.

A expectativa pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 2020, de acordo com a divulgação do BC, foi cortada pela 9ª semana consecutiva. De acordo com especialistas ouvidos pelo focus, a inflação de 2020 será de 1,76%. Na última semana, a estimativa era de 1,97%.

BRF apresenta prejuízo no 1T20

A BRF (BRFS3) divulgou seu balanço financeiro referente ao primeiro trimestre de 2020 na noite do último domingo (10). A companhia reportou um prejuízo líquido de R$ 38 milhões no período. O valor é 66,2% menor do que o prejuízo apresentado no mesmo período de 2019. O prejuízo atribuído aos sócios da controladora foi de R$ 45,9 milhões.

A empresa informou que o resultado teve influência de uma despesa líquida de R$ 239 milhões utilizados, principalmente, para constituir uma provisão para o pagamento do acordo para fechar uma investigação (Class Action) nos Estados Unidos. O valor desta operação ficou em US$ 40 milhões (cerca de R$ 204 milhões). Além disso, a BRF afirmou que a variação cambial líquida sobre o endividamento da empresa também influenciou os resultados.

Leia mais: BRF (BRFS3) apresenta prejuízo de R$ 38 mi no 1T20

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado ficou em R$ 1,251 bilhão no primeiro trimestre, uma alta de 67,2% em relação aos primeiros três meses de 2019. A margem Ebitda ajustada foi de 14% entre janeiro e março deste ano.

Bolsas no exterior

Além do Ibovespa, confira o desempenho dos principais índices acionários no exterior.

Última cotação do Ibovespa

Na sessão da última sexta-feira, o Ibovespa encerrou em alta de 2,75%, a a 80.263,352 pontos.

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