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EUA: crédito ao consumidor cresce US$ 25,8 bi em março, diz Fed

EUA: crédito ao consumidor cresce US$ 25,8 bi em março, diz Fed
EUA. Foto: Angelique Johnson por Pixabay

O crédito ao consumidor dos Estados Unidos cresceu US$ 25,8 bilhões na passagem de fevereiro para março, segundo dados publicados nesta sexta-feira (7) pelo Federal Reserve (Fed), o que representa um avanço anualizado de 7,4%, feitos os ajustes sazonais.

O resultado nos EUA veio bem acima das previsões de analistas consultados pelo Wall Street Journal, que projetavam ganho de US$ 20 bilhões.

O crédito rotativo, composto na maior parte por cartões de crédito, aumentou 2,4% em relação a março do ano anterior. Já o crédito não rotativo, que inclui empréstimos para financiamento estudantil e de automóveis, teve alta de 5,9% em igual base de comparação.

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O crédito ao consumidor de fevereiro, por sua vez, foi revisado de uma alta de US$ 27,6 bilhões para um crescimento de US$ 26,2 bilhões.

*Com informações da Dow Jones Newswires

Biden: payroll mostra o quão vitais são nossas medidas de apoio, que prosseguirão

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou nesta sexta-feira (7) que os números do payroll mostram que “ainda há muito trabalho a fazer” até que a economia do país se recupere totalmente do choque da pandemia.

Em declarações a repórteres na Casa Branca, Biden disse que o dado mostrou que “mais ajuda é necessária” e garantiu que ela “está a caminho”.

A economia dos EUA gerou 266 mil postos de trabalho em abril, segundo o payroll, bem abaixo das previsões dos analistas. Para o presidente, o dado “deve ser posto em perspectiva”. Ele argumentou que a economia americana tem melhorado, mais rápido inclusive do que esperava, mas notou que o país ainda se recupera do choque da covid-19. “O relatório de hoje mostra o quão vitais são nossas medidas de apoio”, ressaltou.

Biden também disse que o dado ajuda a contrapor “certas versões sobre a economia que temos ouvido”. “Ainda temos trabalho a fazer, para dizer o óbvio”, a fim de garantir a recuperação, notou, comentando que o plano de resgate econômico dele é de um ano, por isso é normal que no curto prazo o quadro não seja o ideal. O presidente afirmou que o foco de seu governo agora continua a ser vacinar a população contra a covid-19, para permitir a reabertura da economia.

Ele também citou medidas específicas, como verba para reabertura de escolas e para apoiar restaurantes pelo país, bastante afetados pela pandemia. Questionado se o auxílio-desemprego atualmente pago poderia afetar a propensão de busca de emprego pela população, ele disse que isso não seria “nada mensurável”.

O mandatário dos EUA também foi perguntado sobre uma possível reunião com o presidente da Rússia, Vladimir Putin. Sem confirmar, ele disse esperar que isso ainda possa acontecer.

Rafaela La Regina

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