BB (BBAS3) abre plataforma de finanças do aplicativo a outros bancos

BB (BBAS3) abre plataforma de finanças do aplicativo a outros bancos
Banco do Brasil (BBAS3) anuncia programa de demissão voluntária de 300 funcionários. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Banco do Brasil (BBAS3) abriu a plataforma de organização de finanças pessoais de seu aplicativo para informações de contas em outros bancos. Com isso, os clientes podem consolidar também os saldos que possuem em outras instituições. Foi mais um passo relacionado ao open banking, o sistema de compartilhamento de dados entre instituições financeiras,

Na primeira fase, quatro ferramentas estão disponíveis. São elas a agenda financeira, com um calendário de compromissos no BB e em outros bancos; o extrato multibanco, que reúne lançamentos e saldos das contas; o perfil de consumo, com gastos e lançamentos separados por categoria; e o planejamento financeiro, que permite criar metas de gastos calculadas a partir do comportamento em contas do BB e de outros bancos.

Os clientes podem consolidar as informações a partir dos dados de outras contas que aceitaram compartilhar com o BB no âmbito do open banking. O banco afirma que a plataforma, chamada Minhas Finanças, é o carro-chefe para o compartilhamento dos dados pelos clientes.

“Ela possibilita uma análise inteligente do perfil de consumo e desenvolve o autoconhecimento financeiro, em uma nova visão integrada de gastos, no BB e em outros bancos, além de reafirmar nosso protagonismo na entrega de soluções digitais de alto nível, que facilitam a vida do nosso cliente”, diz em nota Pedro Bramont, diretor de negócios digitais do Banco do Brasil.

“A solução aumenta nossa relevância no sistema financeiro aberto, fortalece a confiança na marca Banco do Brasil e pode elevar o número de consentimentos para o compartilhamento de dados realizados pelos nossos clientes”, complementa Rafael Cavalcanti, gerente executivo de experiências digitais do banco.

Os bancos têm buscado adotar soluções, no âmbito do open banking, para manter o engajamento dos clientes em um ambiente em que virtualmente todos os grandes bancos poderão ter acesso aos mesmos dados. Em um exemplo, Banco do Brasil e Itaú (ITUB4) foram habilitados pelo Banco Central a atuar como iniciador de pagamentos, uma autorização ainda restrita a poucas instituições – apenas os dois e o BTG Pactual (BPAC11)estão autorizados, entre os grandes bancos.

Com informações do Estadão Conteúdo

Redação Suno Notícias

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