XP indica 10 ações internacionais para investir em março: Alibaba, JPMorgan e mais BDRs

Investir em ações internacionais, conhecidas como BDRs, pode ser uma oportunidade para capturar ganhos no mercado externo, influenciados por fatores distintos à economia brasileira.

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De olho no exterior, a XP atualizou a sua carteira mensal de Brazilian Depositary Receipts (BDRs) com as 10 empresas consideradas promissoras para a casa. Para o mês de março, os papeis da Duke Energy foram substituídos pelos ativos da NextEra, uma empresa de energias renováveis norte-americana.

Para a composição da carteira, os analistas buscam companhias internacionais com teses bem estruturadas, que sejam de setores complementares com o Ibovespa e que estejam expostas tanto ao cenário global como também a moedas fortes, como o dólar.

No mês de fevereiro, a carteira enfrentou um desempenho negativo de -0,4%, enquanto o seu benchmark de longo prazo, o índice de ações globais MSCI ACWI (em reais) teve avanço de 5%.

Carteira de BDRs da XP: ativos internacionais para investir

Os ativos internacionais recomendados pela XP para investir no mercado externo podem ser conferidos a seguir, junto com a perspectiva da companhia para o papel. A distribuição na carteira é igualmente de 10% de peso para cada.

  • Alibaba (BABA/ BDR: BABA34) Preço-alvo: R$ 19,00
  • Archer-Daniels-Midland (ADM/ BDR: A1DM34) Preço-alvo: R$ 323
  • ASML (ASML/ BDR: ASML34) Preço-alvo: R$ 85
  • BP (BP/ LN/ BDR: B1PP34) Preço-alvo: R$ 56
  • Johnson & Johnson (JNJ/ BDR: JNJB34) Preço-alvo: R$ 58
  • JPMorgan Chase &Co (JPM/ BDR: JPMC34) Preço-alvo: R$ 95
  • Newmont (NEM/ BDR: N1EM34) Preço-alvo: R$ 223
  • NextEra (NEE/ BDR: NEXT34) Preço-alvo: R$ 90
  • Vodafone (VOD/ BDR: V1OD34) Preço-alvo: R$ 35
  • Warner Bros. Discovery (WBD/ BDR: W1BD34) Preço-alvo: R$ 66

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Investir em BDR

A opção de investimento nos Brazilian Depositary Receipts Patrocinados (BDR) nem sempre foi aberta a todos os investidores. As ações, normalmente de grandes multinacionais listadas em Bolsas nos Estados Unidos, Europa e mais, funcionam como valores mobiliários emitidos no Brasil, conectados às variações de suas ações correspondentes no exterior.

Desde outubro de 2020, uma nova regra da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), liberou a negociação das BDRs a todos investidores na B3 (B3SA3), a bolsa de valores brasileira. Anteriormente essa classe de ativos era restrita a investidores qualificados, com mais de R$ 1 milhão aplicados.

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Camila Paim

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