Varejistas online serão questionados sobre operações no Mercosul

Varejistas online serão questionados sobre operações no Mercosul
Varejistas online lucram durante pandemia do coronavírus

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) informou nesta terça-feira (25) que está notificando 22 grandes varejistas online, que atuam no mercado brasileiro. A instituição busca entender se as operações das empresas estão seguindo as exigências estabelecidas pelo Mercosul.

lead suno imagem ilustrativa

Receba as principais notícias do mercado diariamente.

Receba Grátis conteúdo exclusivo sobre Poupança, Ações, Economia e muito mais!

Parabéns! Cadastro feito com sucesso.

Ops! Algo deu errado. Tente novamente.

lead suno background

Após a expansão dos varejistas online, o governo brasileiro, liderado pela Senacon, busca formalizar a adesão às normas comuns do Mercosul que protegem o consumidor no novo mercado digital. Com isso, as empresas notificadas terão um prazo de 10 dias para responder se disponibilizam as seguintes informações em seus sites:

  • nome comercial;
  • endereço;
  • email;
  • características técnicas dos produtos;
  • preços, entre outras;

Apesar do órgão público informar que ainda não há indícios de empresas que não estão cumprindo as exigências, a Senacon explicou que a adesão é importante para “aprofundar a harmonização de legislações na área de defesa do consumidor no âmbito do Mercosul”.

No Suno One você aprende a fazer seu dinheiro para trabalhar para você. Cadastre-se gratuitamente agora!

Trata-se de 22 empresas que estão sendo notificadas:

  • Alibaba (NYSE: BABA);
  • Amazon (NASDAQ: AMZN);
  • Bom Negócio;
  • B2W (BTOW3);
  • Canal da Peça;
  • Carrefour;
  • Centauro;
  • Dafiti;
  • Ebay (NASDAQ: EBAY);
  • Elo7;
  • Facebook (NASDAQ: FB);
  • Google (NASDAQ: GOOGL);
  • MadeiraMadeira;
  • Magamobi;
  • Magazine Luiza (MGLU3);
  • Mercado Livre (NASDAQ: MELI);
  • Mobly;
  • Netshoes;
  • Olist;
  • Shopfacil;
  • Via Varejo (VVAR3);
  • Webcontinental;

No âmbito do acordo do Mercosul, o Ministério das Relações Exteriores exige que a varejistas online forneçam uma plataforma digital para a resolução de conflitos com clientes. Dessa forma, o canal deve ser “ágil, justo, transparente, acessível e de baixo custo”.

A titular da Senacon, Juliana Domingues, disse que visa garantir que as varejistas online respeitem as melhores práticas internacionais. “Nós precisamos deste comprometimento dos fornecedores, especialmente neste contexto de pandemia, com o aumento do volume de operações de e-commerce. Existe um compromisso assumido pelo Brasil que precisa ser seguido pelo mercado para atender de forma adequada aos consumidores do Mercosul”, informou ela.

Daniel Guimarães

Compartilhe sua opinião