Rede D’Or (RDOR3), B3 (B3SA3) e CPFL (CPFE3) agitam o mercado financeiro

Rede D’Or (RDOR3), B3 (B3SA3) e CPFL (CPFE3) agitam o mercado financeiro
Rede D'Or (RDOR3) - Foto: Divulgação

Nos destaques do mercado financeiro desta sexta-feira (13), chama a atenção do investidor o lucro da Rede D’Or (RDOR3) que recuou 44% no primeiro trimestre deste ano.

Além da Rede D’Or, está entre os destaques do mercado financeiro a B3 (B3SA3) que viu seu lucro cair 7,2% no período de janeiro a março deste ano. Por sua vez, a CPFL Energia (CPFE3) registrou lucro de R$ 1,1 bilhão, alta de 20,9%.

A Americanas (AMER3) diminuiu o prejuízo líquido em  38,8% no primeiro trimestre deste ano.

Veja os destaques do mercado financeiro:

Rede D’Or

A Rede D’Or reportou lucro líquido de R$ 225,2 milhões no primeiro trimestre de 2022, queda de 44,1% diante do resultado de R$ 402,4 milhões no mesmo período do ano anterior. Segundo a companhia, o resultado foi impactado pelos efeitos da elevação de juros.

De janeiro a março, a Rede D’Or registrou Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 1,141 bilhão, com avanço de 0,6% na comparação anual. A margem Ebitda atingiu 21,2%, uma redução de 2,8 p.p..

B3

O lucro líquido recorrente da B3 atingiu R$ 1,258 bilhão no quarto trimestre de 2021 (1T22), uma diminuição de 7,2% ante igual período do ano passado.

A queda do lucro líquido recorrente da B3 foi causada pelo aumento de 29,5% nas despesas de janeiro a março. Já o lucro líquido contábil foi de R$ 1,1 bilhão, baixa de 12,3%.

CPFL Energia

O lucro líquido da CPFL Energia  aumentou 20,9% no primeiro trimestre de 2021 (1T22), para R$ 1,16 bilhão.

lucro líquido da CPFL reflete a expansão do Ebitda, decorrente principalmente do desempenho do segmento de distribuição, parcialmente compensado pela maior despesa financeira líquida.

Americanas

A Americanas apurou prejuízo líquido de R$ 137,3 milhões no primeiro trimestre de 2022, uma melhora de 38,8% ante o mesmo período de 2021. Esse resultado, porém, desconsidera efeitos considerados não recorrentes. “Desconsiderando os efeitos não recorrentes do ágio da Local, no valor de R$ 100,9 milhões, o resultado líquido seria de R$ -238,2 milhões (prejuízo)”, afirma a companhia.

O Ebitda ajustado foi de R$ 659,8 milhões, com alta de 57,9% em relação aos primeiros três meses de 2021. Segundo a companhia, esse foi o maior EBITDA da história para o período.

Os destaques do mercado financeiro do Suno Notícias mostram os principais acontecimentos que prometem movimentar o mercado durante o dia, como a Rede D’Or que deve estar no foco dos investidores ao longo do dia.

Poliana Santos

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