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Oncoclínicas, rede de oncologia privada, pede registro para IPO

Oncoclínicas, rede de oncologia privada, pede registro para IPO
Oncoclínicas. Foto: Reprodução Site

A Oncoclínicas, rede de oncologia clínica privada, protocolou na segunda-feira (7) pedido de registro para oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A companhia pretende colocar no mercado uma oferta de distribuição primária, quando os recursos vão para o caixa da empresa; e secundária, na qual acionistas da Oncoclínicas devem vender fatias de participações no negócio. Os acionistas vendedores são compostos por fundos de investimento Josephina.

Os recursos líquidos provenientes da tranche primária serão destinados para expansão orgânica, por meio de projetos de investimento; crescimento inorgânico, através de aquisições futuras, bem como aquisições que já estão em andamento; e recursos para capital de giro.

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A operação será coordenada por Goldman Sachs (Líder), Itaú BBA (Estabilizador), Citi, J.P. Morgan, Santander (SANB11) e UBS BB

Perfil corporativo da Oncoclínicas

Fundada em 2010, a Oncoclínicas é uma cadeia mineira de clínicas para tratamento contra câncer integrada, desde a prevenção, passando pelo diagnóstico e tratamentos específicos, até os cuidados continuados.

A empresa se colocou como o maior prestador no mercado de oncologia clínica privada da América Latina em termos de receita, contando com 69 unidades, incluindo clínicas, laboratórios de genômica, anatomia patológica e centros integrados de tratamento de câncer, localizadas em 20 cidades no Brasil.

Em 2020, a companhia realizou mais de 1 milhão de consultas, por meio de mais de 1.000 médicos especialistas com ênfase em oncologia com atuação dedicada em nossas unidades.

De 2016 a 2020, a Oncoclínicas obteve um crescimento médio orgânico de 27% ao ano, e de 35% ao ano se considerado as operações de fusões e aquisições.

A empresa registrou receita líquida de R$ 2,035 bilhões no ano passado, ante resultado de R$ 1,689 bilhões em 2019. Na mesma comparação, a Oncoclínicas reverteu lucro de R$ 19,096 milhões e apurou prejuízo de R$ 125,205, em 2020.

Arthur Guimarães

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