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Moderna (M1RN34): vacina contra Ômicron poderá estar pronta no início de 2022

Moderna (M1RN34): vacina contra Ômicron poderá estar pronta no início de 2022
Variante Ômicron. Foto: Pixabay

O médico diretor da Moderna (M1RN34), Paul Burton, disse neste domingo (28) à BBC que se for necessário fazer uma vacina nova contra a ômicron, nova variante do coronavírus (Covid-19), ela poderá estar pronta até o início de 2022.

Até o momento, não se tem certeza se as vacinas que já existem contra o coronavírus são eficazes contra a ômicron ou se serão necessários novos imunizantes.

Contudo, Burton disse ao ‘Andrew Marr Show’, da BBC, que “se tivermos de fazer uma vacina totalmente nova, acho que será no início de 2022, antes que ela realmente esteja disponível em grandes quantidades.”

O chefe da Moderna explicou ainda que “devemos saber sobre a capacidade da vacina atual de fornecer proteção [contra a nova variante] nas próximas semanas, mas o que é notável sobre as vacinas MRNA, da plataforma Moderna, é que podemos nos mover muito rápido.”

Em comunicado divulgado recentemente, a Moderna anunciou que no dia de Ação de Graças, comemorado nos Estados Unidos na última quinta-feira (25), mobilizou centenas de funcionários, para começar a estudar a ômicron.

Por volta das 16h45 (horário de Brasília) dessa segunda-feira (29), a ação da Moderna (MRNA), negociada na Nasdaq, operava em alta de 8,99%, valendo US$ 363,08.

Veja também:

Ômicron apresenta risco global “muito alto” e poderá se espalhar, diz OMS

A nova variante da Covid-19, Ômicron, poderá se espalhar rápido e representa um risco global “muito alto”, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). O alerta feito nesta segunda-feira indica preocupação com novos surtos de infecção que podem ter “consequências graves” para alguns áreas, diz matéria da CNBC.

“Dadas as mutações que podem conferir potencial de escape imunológico e possivelmente vantagem de transmissibilidade, a probabilidade de disseminação potencial do Ômicron em nível global é alta”, disse a OMS em comunicado para seus 194 estados membros.

Com isso, a Organização avalia que pode haver surtos futuros de coronavírus a depender dos fatores de risco de cada país, mas, de modo geral, “o risco global relacionado a nova variante Ômicron é avaliado como muito alto”, diz o comunicado.

Laura Moutinho

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