Marisa (AMAR3) engaja bancos para avaliar aumento de capital e descontinua guidances

A Lojas Marisa (AMAR3) informou nesta segunda-feira (18), que engajou o BTG Pactual (BPAC11) e o Itaú BBA para avaliar a viabilidade e estruturar uma potencial oferta pública subsequente de distribuição exclusivamente primária de ações de emissão da companhia, a ser realizada no Brasil e sem esforços de venda no exterior.

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Além de um potencial follow-on da Marisa, será considerado um potencial aumento de capital privado da companhia, com emissão de novas ações a serem subscritas e integralizadas pelos acionistas da companhia. Também foram contratados o BR Partners, como assessor financeiro, e o Lefosse Advogados, como assessor legal.

A potencial oferta ou o potencial aumento de capitalda Marisa corresponderá a montante não inferior a R$ 195 milhões, à medida que a companhia “recebeu de seus acionistas controladores um compromisso de investimento irrevogável e irretratável de subscrever e integralizar ações no âmbito da potencial oferta ou do potencial aumento de capital privado em montante não inferior a R$ 195.000.000,00, ao preço por ação a ser deliberado pelo conselho de administração“.

Segundo fato relevante, a potencial oferta ou o potencial aumento de capital privado poderão ainda ser acrescidos de montante adicional de até R$ 90 milhões, ao preço da oferta, para possibilitar a contribuição de créditos detidos pelos acionistas controladores contra a companhia oriundos da 7ª, 8ª e 9ª emissão simples de debêntures da companhia, com vistas a diminuir a alavancagem.

Descontinuidade de guidance da Marisa

A companhia informa ainda que optou por descontinuar a divulgação de projeções financeiras (guidance) anteriormente apresentadas, tendo em vista “a necessidade de alinhamento de sua política de divulgação de guidance com os procedimentos adotados por seus consultores no contexto da potencial oferta”.

A Marisa diz que “dessa forma, quaisquer considerações sobre estimativas e declarações futuras relativas aos planos, expectativas sobre eventos futuros, estratégias e tendências financeiras que afetam as atividades da companhia, incluindo quaisquer projeções anteriormente divulgadas, as quais envolvem riscos e incertezas, não são indicativas ou constituem garantias de resultados futuros”.

*Com informações de Estadão Conteúdo

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Giovanni Porfírio Jacomino

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