Magazine Luiza (MGLU3) é empresa que mais gera retorno ao acionista no mundo, aponta BCG

Magazine Luiza (MGLU3) é empresa que mais gera retorno ao acionista no mundo, aponta BCG
Magazine Luiza (MGLU3) Lu da Magalu. Foto: Divulgação

O Magazine Luiza (MGLU3) despontou em primeira posição no ranking global, por indústria, como companhia com maior valor retornado aos acionistas, de acordo com levantamento do Boston Consulting Group (BCG), a partir de dados de 31 de dezembro.

Nos últimos cinco anos, de 2016 a 2020, o Magazine Luiza gerou um retorno total de 226,4% de ganhos em valorização de mercado e dividendos, por ano. As informação são da pesquisa “The 2021 Value Creators Rankings”, com a classificação de empresas do mundo que mais geram retorno total para o acionista (TSR, do inglês Total Shareholder Return).

Magazine Luiza (MGLU3) é empresa que mais gera retorno ao acionista no mundo, aponta BCG
TSR de cinco anos no setor de varejo. Foto: Reprodução BCG

No mesmo levantamento, entre as 200 maiores empresas em valor de mercado, com capitalização mínima de US$ 68 bilhões (cerca de R$ 363,8 bilhões), as chamadas large caps, há duas empresas brasileiras: Vale (VALE3), em nono lugar, e Petrobras (PETR4), em vigésimo quarto. A estatal é a única nacional a indústria de petróleo no top 50 empresas.

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No ranking global, a Petrobras ficou em terceiro lugar em geração de retorno ao acionista, com TSR de cinco anos de 35,4%. Antes, aparecem Neste (49,4%) e Aker BP (38,0%).

Já a Vale chegou em 10º lugar, com um retorno de cinco anos de 51,0%. A mineradora brasileira ficou atrás de: Kirkland Lake Gold (83,4%); Fortescue Metal Group (83,3%); Ivanhoe Mines (65,0%); Mineral Resources (62,1%); Anglo American (54,5%); Anglo American Platinum (53,4%); Impala Platinum (53,1%); Northam Platinum (51,3%); Saracen Mineral (51,3%).

Mercado de capitais continuou forte em 2020

O levantamento do BCG revelou que, apesar da pandemia de covid-19, o forte desempenho do mercado de capitais continuou no ano passado. Ainda assim, a crise sanitária ampliou as lacunas preexistentes entre líderes e atrasados.

“Essa tendência aumenta o risco para todas as empresas: os de melhor desempenho enfrentam expectativas e níveis de avaliação recordes, enquanto os de baixo desempenho precisam lidar com a pressão crescente, inclusive de ativistas prontos para entrar em ação depois de esperar o fim da turbulência do mercado”, disseram os autores da pesquisa.

Última cotação de Magazine Luiza

Por volta das 16h08, a ação ordinária do Magazine Luiza operava em forte alta de 7,99%, a R$ 20,01.

Arthur Guimarães

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