Log (LOGG3) amplia lucro em 43% no 3T21, entrega 4 projetos e fecha mais 2 contratos

Log (LOGG3) amplia lucro em 43% no 3T21, entrega 4 projetos e fecha mais 2 contratos
Foto: Wikimedia commons

A Log Commercial Properties (LOGG3) lucrou R$ 94,698 milhões no terceiro trimestre de 2021 (3T21), avançando 43% em um ano. De janeiro a setembro, o lucro líquido da empresa soma R$ 295,2 milhões, 179,4% mais do que o registrado no mesmo período do ano passado (R$ 105,7 milhões).

Já a receita operacional líquida da Log passou de R$ 36,138 milhões no 3T20, para R$ 37,005 milhões neste ano. Trata-se de um avanço de 2,4%.  A empresa informou que a receita aumentou em função de:

  • novas entregas de projetos,
  • novas locações e
  • reajustes contratuais.

Enquanto isso, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) regrediu 34,9% de um ano para o outro, fechando em R$ 96,119 milhões contra R$ 147,659 milhões apurados no mesmo período em 2020. Com isso, a margem Ebitda da companhia perdeu 143 p.p., fechando em 259,7%.

Por outro lado, as despesas operacionais totais da Log diminuíram 11,4%, somando R$ 10,145 milhões no terceiro trimestre. Já os custos de serviços permaneceram estáveis em R$ 522 milhões de um ano para o outro.

Entregas e novos contratos da Log

O resultado da Log no 3T21 indicou 114,2 mil m² de área bruta locável (ABL) entregue pela empresa no período. Desse montante, 85% dos ativos já estão pré-locados. Foram 4 projetos, em 3 estados.

Além disso, a Log assinou dois novos contratos de Built to Suit no 3T21, “para relevante player internacional de e-commerce”, diz o balanço. Foram 33,2 mil m² de ABL no estado do Ceará e 73,9 mil m² de ABL em Pernambuco.

“As obras já foram iniciadas e acreditamos que, de acordo com as tecnologias aplicadas, serão os BTS com as melhores especificações técnicas do país”, afirma a Log em relatório trimestral. A previsão de entrega é no segundo trimestre de 2022.

No mais, a Log Commercial Properties informa que concluiu a distribuição pública de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), no valor total de R$450 milhões, com vencimento em 7 anos. “A emissão não requereu garantias e faz parte da estratégia da companhia de alongar o perfil da dívida, sem onerar novos ativos”, diz o balanço financeiro.

Monique Lima

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