KNRI11 mantém R$ 1,10 por cota e vacância estável em maio

O fundo imobiliário dividendos do KNRI11 manteve o patamar de R$ 1,10 por cota em maio, repetindo o valor observado desde março. A consistência reforça a previsibilidade de caixa do veículo e sustenta seu histórico de pagamentos mensais. Com base no fechamento de abril (R$ 167,88), o yield mensal aproximado ficou em 0,66%, nível alinhado ao desempenho recente do fundo.

A distribuição referente à competência de abril será paga em 15 de maio de 2026, aos cotistas com posição até o encerramento do pregão de 30 de abril de 2026. Esse cronograma confirma o padrão operacional do fundo e dá visibilidade ao investidor sobre datas de corte e liquidação dos proventos.

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Nos imóveis, o KNRI11 segue alocando capital em um portfólio misto de lajes corporativas e centros de distribuição. A combinação de segmentos complementares ajuda a diluir riscos, ampliar a estabilidade de receitas e reduzir oscilações decorrentes de ciclos setoriais distintos.

Vacância financeira registra leve melhora

Durante março, o fundo imobiliário KNRI11 ajustou sua base de inquilinos: o Banco Votorantim expandiu operações com dois novos espaços na torre Ebony do Rochaverá; a Blue Health foi substituída pela A5X em conjunto no Condomínio São Luiz; e houve devolução no Edifício Joaquim Floriano após a saída da Skopos. Como resultado, a vacância física permaneceu estável em 4,20%.

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A vacância financeira registrou leve melhora para 5,44% (ante 5,45%), enquanto a vacância ajustada por carências recuou a 5,85% (de 5,88%). Esses indicadores, somados à manutenção do provento, sugerem resiliência operacional do portfólio e eficácia nas negociações de locação.

Fundo atende mais de 150 locatários

Com 19 propriedades — 12 torres corporativas e 7 complexos logísticos — a carteira soma 653.415 m² de ABL, sendo 166.959 m² em escritórios e 486.456 m² em ativos logísticos. O fundo atende mais de 150 locatários, com maior exposição ao setor industrial (42%), seguido por comércio (24%), serviços (15%), financeiro (8%), tecnologia (7%), outros (3%) e engenharia (1%).

Nos contratos, o prazo médio é de 9,45 anos, com 7,77 anos para escritórios e 11,86 anos para logística. O prazo médio remanescente é de 3,15 anos (2,72 anos em lajes e 3,78 anos em galpões). Com essa estrutura, o dividendo do KNRI11 de R$ 1,10 permanece amparado por fluxos previsíveis e base locatícia diversificada.

Redação Suno Notícias

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