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JBS (JBSS3) compra companhia europeia por mais de R$ 2 bilhões e avança em setor planted-based

JBS (JBSS3) compra companhia europeia por mais de R$ 2 bilhões e avança em setor planted-based
JBS. Foto: Reprodução Facebook

A JBS (JBSS3) fechou acordo para adquirir a Vivera, companhia de produtos plant-based europeia, por 341 milhões de euros – cerca de R$ 2,3 bilhões na cotação atual.

A companhia adquirida pela JBS atua, basicamente, no desenvolvimento de produtos alimentícios feitos a partir de vegetais. A Vivera é a terceira maior companhia europeia do setor. Além de ter a própria a própria marca, a empresa funciona também através de um segmento private label , ou seja, vendendo produtos para que outras companhias os revendam, em mais de 25 países.

A transação envolve três unidades produtivas e um centro de pesquisa de produtos, todos localizados na Holanda.

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O segmento planted base vem crescendo no continente europeu e em todo mundo. As pessoas, cada vez mais, optam pela dieta com base apenas em produtos vegetais, seja por bem estar ou pela preocupação ambiental.

“A aquisição da Vivera fortalece e impulsiona a plataforma global de produtos plant-based da JBS e agrega conhecimento técnico e capacidade de inovação. A tendência global é de forte crescimento no consumo dessa categoria” afirma a JBS em fato relevante publicado nesta segunda-feira (19).

JBS já havia dados sinais de interesse por setor planted base

A JBS já havia dado sinais, anteriormente, de que avançaria neste segmento do mercado. Em entrevista no ano passado, José Cirilo, diretor executivo da Seara, afirmou que a ideia é que o planted-base represente 15% dos negócios mundiais da JBS em três anos.

A companhia já atua no setor com as marcas Incrível e Seara Gormet. Além disso, possui em seu portfólio a inglesa Moypark e a americana Ozo.

“A operação vai ampliar o portfólio da JBS com uma marca consolidada na preferência dos consumidores”, afirma a empresa.

A consumação da compra já foi aprovada pelo conselho de administração da JBS e depende agora da aprovação das autoridades regulatórias de mercado europeias.

Vitor Azevedo

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