Itaú (ITUB4), GPA (PCAR3) e Vibra (BRDT3) movimentam o Ibovespa nesta sexta

Itaú (ITUB4), GPA (PCAR3) e Vibra (BRDT3) movimentam o Ibovespa nesta sexta
Itaú Unibanco. Foto: Reprodução Site

Nos destaques de empresas desta sexta-feira (15) chama a atenção do mercado o Itaú (ITUB4) que anunciou o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP).

Além do Itaú, está no radar dos investidores a saída do GPA (PCAR3) do segmento de hipermercados com a venda de 71 lojas Extra para o Assaí (ASAI3). Por sua vez, a ex- BR Distribuidora (BRDT3), agora Vibra, mudará de ticker a partir de 22 de outubro.

Já a EDP Brasil (ENBR3) arrematou leilão da Celg T, de Goiás, por R$ 1,9 bilhão. A Tenda (TEND3) divulgou que os lançamentos no terceiro trimestre caíram 35,7%, para R$ 633,9 milhões e os lançamentos da Lavvi (LAVV3) somaram R$ 331 milhões.

Veja os destaques de empresas desta sexta-feira:

Itaú

O Itaú Unibanco fará o pagamento de  juros sobre capital próprio. O montante corresponde a um valor bruto de 0,01765 por ação. Os pagamentos ocorrerão em 1º de dezembro de 2021 e 3 de janeiro de 2022.

O Itaú informa que a aprovação do JCP acontece em substituição ao dividendo mensal de novembro e dezembro. Para o pagamento, serão consideradas as posições acionárias dos dia 29 de outubro e 30 de novembro, com os papéis negociados “ex-juros” em 1º de novembro e 1º de dezembro. O pagamento do JCP terá juros líquidos de R$ 0,015 por ação, com a retenção de 15% de imposto de renda na fonte.

GPA

O Assaí fechou acordo com o GPA para a compra de 71 lojas do hipermercado Extra. O valor total da transação foi de R$ 5,2 bi. O GPA ficará sem nenhuma unidade com a bandeira do Extra e sairá do segmento de hipermercados.

O acordo do Pão de Açúcar com a Sendas Distribuidora, controladora do Assaí, inclui um memorando de entendimentos vinculante (MoU), que prevê a cessão ao Assaí tanto de lojas Extra Hiper em imóveis próprios como locados de terceiros, além dos respectivos contratos de locação – e pode envolver também a aquisição pelo Assaí de certos equipamentos existentes nas lojas.

Vibra

A Vibra Energia, antiga BR Distribuidora, aprovou a alteração do seu nome de pregão para Vibra em substituição à Petrobras BR, e por isso, a partir do dia 22 de outubro, as ações da companhia passarão a ser negociadas na B3 sob o código VVBR3, em substituição ao código atual BRDT3.

Em documento enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Vibra destaca que “o novo posicionamento da marca institucional, nova assinatura corporativa e agora a alteração do ticker para VBBR3 têm como direcionadores de sua nova marca: orientação ao cliente; confiança que conecta; parcerias genuínas; e evolução constante.”

EDP Brasil

A Pequena Central Hidrelétrica, subsidiária da EDP Brasil (ENBR3), arrematou em leilão na B3 (B3SA3) os ativos da estatal de transmissão de energia elétrica de Goiás Celg T por R$ 1,977 bilhão. A empresa foi vendida por um valor 80% superior ao preço inicial, de R$ 1,097 bilhão. Participaram do leilão a Isa Cteep (TRPL4), Cymi e a MEZ Energia.

Com a aquisição, a EDP Brasil passará a administrar um total de 755,5 quilômetros em linhas de transmissão e 11 subestações conectadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN), nos Estados de Goiás, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. Elas garantem uma Receita Anual Permitida (RAP) de R$ 238 milhões.

Tenda

A Tenda (TEND3) lançou 11 empreendimentos no 3T21 totalizando um volume de R$ 634 milhões, queda de 35,7% no ano. No acumulado foram lançados 41 projetos somando um valor geral de vendas de R$ 2,2 bilhões: +25% em relação ao mesmo período do ano passado.

Em relação as vendas líquidas, a Tenda encerrou o 3T21 somando R$ 770 milhões, alta de 4% no ano. Já nos primeiros nove meses de 2021 a soma é de R$ 2,3 bilhões, o que reflete um aumento de 33%. No trimestre, as vendas sobre oferta foi de 33% enquanto no ano bateu os 60%.

Lavvi

Com apenas um lançamento no terceiro trimestre, a Lavvi (LAVV3) teve um valor geral de vendas de R$ 331 milhões. Ao final do 3T21, o estoque a valor de mercado era de R$504 milhões, correspondendo a 536 unidades.

As vendas líquidas da companhia entre julho e setembro somaram R$ 192 milhões, o que representa um salto de 469% em comparação ao mesmo período em 2020. No acumulado do ano, as vendas líquidas totalizam R$ 785 milhões, alta de 965% na comparação ano a ano.

Poliana Santos

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