DIVIDENDOS

IRB Brasil (IRBR3) reverte prejuízo e lucra R$ 7,5 milhões em maio

IRB Brasil (IRBR3) reverte prejuízo e lucra R$ 7,5 milhões em maio
IRB (IRBR3) pagará dividendos pela primeira vez desde 2019

O IRB Brasil (IRBR3) teve um lucro líquido de R$ 7,5 milhões em maio deste ano, revertendo a perda de R$ 202,1 milhões no mesmo mês de 2020. A informação foi revelada na manhã desta quarta-feira (21).

Dessa forma, o lucro acumulado do IRB Brasil nos primeiros cinco meses de 2021 é de R$ 9,4 milhões, ante um prejuízo de R$ 337,2 milhões no mesmo período do ano passado. Desconsiderando os negócios descontinuados (run-off), o ganho no período seria de R$ 92,6 milhões.

O prêmio emitido em maio foi de R$ 585,9 milhões, um recuo de 26,1% em comparação ao reportado 12 meses antes. A operação brasileira contribuiu com R$ 388,2 milhões desse montante, enquanto R$ 197,7 milhões vieram do exterior. No Brasil, o prêmio emitido cresceu 33%, compensando em partes a queda de 60,6% no exterior.

O prêmio ganho, por sua vez, caiu em menor grau. A abaixa de 9% na comparação anualizada contribuiu com um montante de R$ 498,1 milhões.

Ambos os prêmios têm as reduções em linha com a estratégia de re-underwriting, amplamente divulgada pela empresa nos últimos balanços. Quer saber mais sobre a empresa? Clique aqui.

Sinistralidade do IRB Brasil em contínua melhora

O índice de sinistralidade em maio ficou em 73,2%, uma melhora em comparação ao reportado em maio do ano passado, de 126,7%.

A melhora da sinistralidade em maio repetiu o desempenho do mês anterior. O índice em abril foi de 84,3%, revertendo o resultado de 118,7% de 12 meses antes.

Em maio deste ano, a despesa de sinistro foi de R$ 364,4 milhões, um montante 47,4% menor em relação ao mesmo período do ano passado.

Nos cinco primeiros meses deste ano, o índice médio foi de 75,1%, equivalente a uma despesa de sinistro de R$ 1,89 bilhão. Nos primeiros cinco meses do ano passado, os resultados haviam sido de 96,1% e R$ 2,5 bilhões, respectivamente.

Os números do IRB Brasil acompanham o forte faturamento do setor de seguros no primeiro trimestre deste ano. O segmento, que sofre relevante influência da pandemia, teve uma receita de R$ 32,5 bilhões entre janeiro e março.

Jader Lazarini

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