Grana na conta

Ibovespa fecha em queda de 0,15%, aos 130 mil pontos; Prio (PRIO3) lidera as altas e MRV (MRVE3) tomba 11%

O Ibovespa fechou em queda de 0,15%, aos 130.648,75 pontos.

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O petróleo tem altas na casa de 1%, o que beneficia os papéis da Petrobras: Petrobras ON (PETR3) sobe 1,08% a R$ 39,45 e Petrobras PN (PETR4) avança 0,72% a R$ 38,02.

Nessa esteira, a Prio (PRIO3), que tem recomendação de compra pelo BTG, liderou os ganhos da sessão com +2,80% a R$ 45,59.

Já a Vale (VALE3) teve alta de 0,21% a R$ 72,38, com o minério de ferro fechando estável nesta madrugada na China.

A maior queda do Ibovespa foi da MRV (MRVE3), com -11,78% a R$ 8,54. Após o IPCA divulgado hoje, destaque também para as ações da Casas Bahia (BHIA3), que têm o segundo pior desempenho da sessão, com 5,77% a R$ 9,96.

Mercado em NY

As bolsas de Nova York operam em baixa nesta quinta-feira, com os investidores digerindo os dados de inflação do CPI acima do consenso e o número de pedidos de seguro-desemprego abaixo do esperado.

Confira o desempenho do mercado em NY no fechamento:

  • Dow Jones: +0,04% a 37.711 pontos
  • S&P500: -0,07% a 4.780 pontos
  • Nasdaq: estável, a 14.970 pontos

No radar dos investidores

No âmbito doméstico, os investidores repercutem a divulgação do IPCA, a inflação oficial do Brasil, que teve variação mensal de 0,56% em dezembro, ante consenso de 0,48%.

No plano internacional, o foco está no CPI, índice de preços ao consumidor nos Estados Unidos, que teve alta de 0,30% em dezembro, ante consenso de 0,20%, e nos pedidos de seguro-desemprego por lá, que atingiram 202 mil na semana, abaixo do projetado.

Maiores altas e baixas do Ibovespa

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Cotação do dólar hoje

O dólar fechou em queda de 0,34%, cotado a R$ 4,8752.

Bolsas asiáticas fecham em alta

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta quinta-feira, após um dia positivo em Wall Street e em meio a esperanças renovadas de mais estímulos monetários na China.

Hoje, o índice japonês Nikkei subiu 1,77% em Tóquio, a 35.049,86 pontos, ultrapassando a marca de 35 mil pontos pela primeira vez desde fevereiro de 1990, enquanto o Hang Seng avançou 1,27% em Hong Kong, a 16.302,04 pontos. Já o Taiex registrou alta de 0,46% em Taiwan, a 17.545,32 pontos.

Na China continental, o Xangai Composto teve modesta alta de 0,31% hoje, a 2.886,65 pontos, mas o Shenzhen Composto apresentou ganho mais robusto, de 1,62%, a 1.760,77 pontos. Dias atrás, uma autoridade sinalizou que o banco central chinês (PBoC) poderá relaxar mais sua política monetária, inclusive por meio de um corte de compulsório.

No fim da noite desta quinta, estão previstos números da inflação chinesa ao consumidor (CPI) e também ao produtor (PPI).

Exceção na Ásia, o sul-coreano Kospi teve ligeira baixa de 0,07% em Seul, a 2.540,27 pontos, acumulando perdas por sete pregões consecutivos, embora o BC da Coreia tenha mantido seu juro básico em 3,5% pela oitava vez seguida.

Na Oceania, a bolsa australiana ficou no azul, impulsionada por ações de tecnologia e do setor financeiro. O S&P/ASX 200 avançou 0,50% em Sydney, a 7.506,00 pontos

Europa fecha no negativo

As bolsas da Europa fecharam o pregão desta quinta-feira em queda, após a aceleração da taxa anual da inflação ao consumidor (CPI) em dezembro nos Estados Unidos abalar a convicção sobre um ciclo de alívio monetário intenso pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano). Os dados dos Estados Unidos apagaram o leve ganho visto nos mercados acionários europeus pela manhã. As ações do setor bancário na região acompanharam as pressões sobre papéis similares em Wall Street. Em Londres, o índice referencial terminou a sessão na mínima do dia.

Em conferência realizada no período da manhã, o economista-chefe do Citi na Europa, Arnaud Marès, alertou que as taxas de inflação, apesar de em queda, demonstraram ser mais resistentes do que o imaginado, e um choque de oferta provocado pelos conflitos geopolíticos que “evoluem paralelamente” pode prejudicar os planos do Banco Central Europeu (BCE) e de outros BCs de cortar juros no primeiro semestre deste ano.

Em Londres, o índice referencial FTSE 100 fechou na mínima intradiária, com perda de 0,98%, aos 7.576,59 pontos. Entre as instituições bancárias, o Barclays perdeu 4,77% e o Lloyds caiu 3,77%.

Os papéis da M&S cederam 5,51%, após a rede varejista citar desafios de curto prazo a despeito do desempenho robusto de vendas na temporada natalina. Na contramão, a Whitbread subiu 2,28%, após a rede de hotelaria e restaurantes anunciar crescimento de 9% nas vendas no terceiro trimestre, com as hospedagens computando aumento de 11% diante da forte demanda em Londres e em outras regiões. A companhia respaldou suas projeções para o ano fiscal de 2024.

Em Frankfurt, o índice Dax terminou em queda de 0,86%, aos 16.547,03 pontos. Já em Paris, o CAC 40 caiu 0,52%, para 7.387,62 pontos. Já em Milão, o FTSE MIB cedeu 0,66%, a 30.249,16 pontos.

Em Madri, o índice Ibex 35 recuou 0,62%, aos 10.004,90 pontos. As ações da Grifols derreteram 16,17%, prolongando as perdas após a acusação do fundo de hedge Gotham City de que companhia farmacêutica manipulou dados para ocultar dívida em balanço. A empresa disse na quarta-feira (10) que tomará medidas legais contra a Gotham City.

A Bolsa de Lisboa perdeu 0,19%, terminando a sessão em 6.589,57 pontos.

*Com informações da Dow Jones Newswires e Estadão Conteúdo

Ibovespa na quarta-feira

O Ibovespa encerrou a sessão de ontem em queda de 0,46%, aos 130.841,09 pontos.

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Guilherme Serrano Silva

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