Twitter (TWTR34) enfrenta nova onda de demissões de funcionários após ultimato de Elon Musk

Uma nova onda de funcionários do Twitter (TWTR34) começou a postar mensagens despedidas nesta semana.

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O ocorrido vem logo após o prazo final do ‘ultimato’ de Elon Musk, que pedia para os funcionários do Twitter para que eles se comprometessem com “longas horas em alta intensidade” de trabalho ou fossem embora.

Muitos funcionários passaram o último dia avaliando suas opções, depois de acordar na quarta-feira com um e-mail noturno no qual Musk lhes dizia para preencher um formulário até a quinta, às 17 horas, para indicar se querem permanecer na empresa e estão dispostos a ser “extremamente hardcore“.

Os funcionários do Twitter que não aceitarem receberão três meses de indenização, disse Musk.

O escopo completo das partidas não ficou imediatamente claro. Depois que o prazo de quinta-feira passou e as demissões se tornaram aparentes, o Twitter enviou um e-mail aos funcionários dizendo que a empresa estava fechando temporariamente seus prédios de escritórios imediatamente.

Os escritórios serão reabertos na segunda-feira, segundo a mensagem.

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E-mail de Elon Musk no Twitter causou dúvidas

Alguns funcionários disseram ter dúvidas sobre se o e-mail de Musk oferecendo a demissão teria força legal. Em meio à incerteza, a companhia enviou ainda na quarta-feira, um documento abordando essas questões, inclusive afirmando que o e-mail de Musk era uma comunicação oficial da empresa, acrescentando: “Esta não é uma tentativa de phishing“.

Alguns funcionários do Twitter disseram suspeitar que muitos colegas aceitariam a oferta de Musk de deixar a empresa, embora não soubessem exatamente quantos.

De um grupo de cerca de 60 funcionários, cerca de 50% a 75% disseram aos colegas que planejavam sair, disse uma fonte familiarizada com o assunto na manhã de quinta-feira.

Outros funcionários, no entanto, planejavam ficar, inclusive por razões financeiras ou porque estavam curiosos sobre os novos rumos da empresa.

O ultimato representa o mais recente desafio de Musk a uma equipe que ele já cortou pela metade com demissões em massa no início deste mês, cerca de uma semana depois de adquirir o Twitter por US$ 44 bilhões e torná-lo privado.

O Twitter tinha cerca de 7,5 mil funcionários no início do ano.

Com Estadão Conteúdo

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Eduardo Vargas

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