Exportações da China sobem 11,4% em outubro, maior alta do ano

Exportações da China sobem 11,4% em outubro, maior alta do ano
China registra alta nas exportações

As exportações da China cresceram no ritmo mais acelerado em mais de um ano e meio em outubro, sinalizando que a recuperação econômica do país está fortalecendo sua participação no comércio mundial. O avanço das exportações em outubro foi de 11,4% em relação ao mesmo mês do ano anterior, taxa de crescimento mais intensa desde março de 2019.

Em setembro, as exportações chinesas cresceram 9,9%, desempenho que era, até então, o mais forte do ano. As exportações de máquinas do país aceleraram durante a crise do coronavírus, com a crescente demanda por equipamentos médicos e produtos eletrônicos, destacou o Financial Times. Isso ajudou o país a se recuperar da pandemia, enquanto muitos outros países enfrentam dificuldades econômicas.

No mês de outubro, a balança comercial chinesa ficou positiva em US$ 58,4 bilhões. Ao mesmo tempo, as importações da China cresceram 4,7% em outubro, segundo mês consecutivo de altas. Mesmo assim, as importações ficaram abaixo do esperado. Especialistas consultados pela Reuters previam uma alta de 9,5%.

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Em setembro, as importações subiram 13,2%, aumento parcialmente explicado pela maior demanda de itens de tecnologia antes das sanções dos Estados Unidos ao grupo de telecomunicações Huawei. A demanda por commodities também explicou o aumento. Em outubro, as importações de commodities cresceram 14,9% na comparação anual, diante do crescimento industrial do país e avanço do setor de construção.

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O Produto Interno Bruto (PIB) chinês cresceu 4,9% no terceiro trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior.

Embora o resultado tenha ficado levemente abaixo das expectativas dos analistas de Wall Street, o PIB registrado no período entre julho e setembro volta a colocar a China nos eixos do crescimento projetado no início do ano — antes dos impactos da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) –, de um avanço anual entre 5,5% e 6%.

Natalia Gómez

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