Destaques de Empresas: Vale (VALE3), Bradesco (BBDC4) e Petrobras (PETR4)

Destaques de Empresas: Vale (VALE3), Bradesco (BBDC4) e Petrobras (PETR4)
Vale (VALE3). Foto: Reprodução Facebook

Nos destaques de empresas desta quinta-feira (8), chama a atenção do mercado a Vale (VALE3) que já recebeu mais de R$ 500 milhões por usina que não gera energia desde a tragédia da Samarco e Mariana.

Entre os destaques de empresas está também o processo de aumento de capital social do banco Bradesco (BBDC4) no valor de R$ 4 bilhões aprovado pelo Banco Central. Já a Petrobras (PETR4) adiou a previsão de iniciação de produção de Mero 1, do quarto trimestre de 2021 para o primeiro trimestre de 2022.

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Por sua vez, a Odebrecht teria começado a negociar com potenciais compradores sua participação de 38,3% na Braskem (BRKM5). E, após sete anos ocupando cargo de presidente da Fleury (FLRY3), Carlos Alberto Iwara Marinelli deixa presidência.

Veja os destaques de empresas desta quinta-feira:

Vale

Por mais de meia década, a Vale, que é sócia majoritária da hidrelétrica Risoleta Neves, vem recebendo mensalmente pela geração de energia que a usina não entrega desde 2015, quando sua estrutura foi soterrada pela lama da barragem da mineradora Samarco – que tem a própria Vale como sócia. Vale destacar que a hidrelétrica operava na região próxima de Mariana, em Minas Gerais.

O caso foi parar na Justiça, onde a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) tenta travar o pagamento que é feito à Vale. Mesmo sem gerar um único watt com a usina, a mineradora já recebeu mais de R$ 500 milhões desde a tragédia da Samarco em Mariana, como se estivesse funcionando normalmente até hoje.

Bradesco

Entre os destaques de empresas está o processo de aumento de capital social do Bradesco, no valor de R$ 4 bilhões, foi aprovado ontem pelo Banco Central (BC).

Dessa forma, o capital social do Bradesco passa de R$ 79,1 bilhões atualmente, para R$ 83,1 bilhões, com bonificação de 10% em ações (um novo papel para cada 10 ações da mesma espécie possuídas).

Petrobras

A Petrobras adiou a previsão de início de produção de Mero 1, do quarto  trimestre de 2021 para o primeiro trimestre do ano que vem. Segundo a estatal, o FPSO Guanabara, que será instalado no campo, teve suas obras atrasadas na China devido à pandemia do Covid-19.

O FPSO Guanabara será instalado no campo de Mero, operado pela Petrobras, pertencente ao bloco de Libra, no pré-sal da bacia de Santos, com capacidade de processamento de 180 mil barris de óleo por dia.

Braskem

A Novonor, antiga Odebrecht, teria começado a negociar com potenciais compradores da sua participação de 38,3% na petroquímica Braskem, segundo fontes informaram ao jornal Valor Econômico.

De acordo com as pessoas próximas ao grupo, a Odebrecht espera estra mais próxima de um acordo formal sobre a venda da sua fatia na Braskem até o final de 2021, ao passo que o fechamento é esperado para acontecer no ano que vem.

Fleury

Entre os destaques de empresas está o presidente da Fleury, Carlos Alberto Iwata Marinelli, que deixa a posição de presidente da companhia após sete anos ocupando o cargo.

Em seu lugar, assumirá Jeane Tsutsui, que vinha exercendo a posição de diretora executiva na Fleury desde 2012, conforme informa fato relevante da empresa.

Os destaques de empresas do Suno Notícias mostram os principais acontecimentos que prometem movimentar o mercado durante o dia.

Poliana Santos

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