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Destaques de empresas: Rede D’Or (RDOR3), Fleury (FLRY3) e Dasa (DASA3)

Destaques de empresas: Rede D’Or (RDOR3), Fleury (FLRY3) e Dasa (DASA3)
Rede D'Or. Foto: Reprodução Facebook

Nos destaques de empresas desta quarta-feira (2), chama a atenção dos investidores a Rede D’Or São Luiz (RDOR3) que comprou o Hospital Serra Mayor pelo valor de R$ 130 milhões.

Entre os destaques de empresas está também o Fleury (FLRY3) que comprou dois laboratórios Pretti e Bioclínico, com estas duas aquisições a empresa superou o patamar de R$ 1 bilhão investidos em aquisições nos últimos cinco anos. Já a  Dasa (DASA3) anunciou a compra do Hospital Bahia por R$ 850 milhões.

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Por sua vez, a Ultrapar (UGPA3) está próxima de venda a química Oxiteno que poderá injetar cerca de US$ 1,5 bilhão no caixa. O Pão de Açúcar (PCAR3) recebeu o comunicado que a Cnova tem a intenção de realizar uma oferta primária de 300 milhões de euros e uma oferta secundária.

Veja os destaques de empresas:

Rede D’Or

A Rede D’Or concluiu a aquisição do Hospital Serra Mayor, por meio de sua subsidiária Hospitais Integrados Gávea — São Vicente, pelo valor de R$ 130 milhões.

Com parte das sinergias incorporadas, a previsão de Ebitda (lucro antes de juros impostos depreciação e amortização) para o Hospital Serra Mayor é de R$ 17 milhões no ano de 2022, segundo o fato relevante da Rede D’Or.

Fleury

Entre os destaques de empresas está o Fleury que por meio da subsidiária Fleury Centro de Procedimentos Médicos Avançado adquiriu 100% das quotas de emissão do Laboratório Pretti e do Laboratório Bioclínico. Com estas duas aquisições, o Fleury superou o patamar de R$ 1 bilhão investidos em aquisições em cinco anos.

A receita bruta auditada do Pretti atingiu R$ 53,6 milhões em 2020 e a empresa foi avaliada (enterprise value) para fins da transação por R$ 193,1 milhões. Já o Bioclínico teve receita bruta de R$ 42 milhões no ano passado e o valor para fins da transação foi de R$ 122 milhões.

Dasa

Entre os destaques de empresas está o Grupo Dasa fechou a aquisição do Hospital da Bahia, em Salvador, por R$ 850 milhões. A transação marca ainda a entrada da companhia na capital baiana, onde sua rede medicina diagnóstica detém a liderança de mercado.

Com receita de cerca de R$ 300 milhões e 309 leitos operacionais, o Hospital da Bahia era uma dos ativos mais cobiçados há anos, entre outros motivos por estar localizado em Salvador.

Ultrapar

Com a disputa afunilada entre o fundo de private equity Advent, a fabricante norte-americana de produtos químicos Stepan e a tailandesa Indorama, a venda da química Oxiteno pela Ultrapar  deve ser concluída até o fim de junho, apurou O Estado de S.Paulo. A transação, que ajudará a dona da rede de postos Ipiranga a concentrar seus negócios no mercado de óleo e gás, injetará em seu caixa cerca de US$ 1,5 bilhão.

A Ultrapar colocou à venda no fim do ano passado tanto a Oxiteno quanto a sua rede de farmácias Extrafarma, vendida há poucas semanas para a Pague Menos (PGMN3), por R$ 700 milhões. No caso da primeira, o Bank of America foi contratado pela companhia para conduzir a operação. Na última sexta-feira (28), ocorreu a entrega das propostas firmes de compra pelo ativo, disse uma fonte próxima à operação.

Pão de Açúcar

O e-commerce europeu Cnova anunciou ao mercado nesta terça-feira (1) sua intenção de realizar uma oferta primária de 300 milhões de euros, e uma oferta secundária. Vale destacar que o Grupo Pão de Açúcar, possui 34% da companhia, enquanto o Casino conta com 64,8%.

No comunicado, o e-commerce controlado pelo Casino e Pão de Açúcar aponta que pretende realizar a oferta primária para acelerar seu crescimento. Já a oferta secundária, poderia dar saída parcial para seus controladores.

Os destaques de empresas do Suno Notícias mostram os principais acontecimentos que prometem movimentar o mercado durante o dia.

Poliana Santos

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