Bianca Pereira

Desafios corporativos: como construir relações saudáveis entre CEO e CFO

Dentro desta relação CEO x CFO, três pontos são determinantes: tomada de decisão estratégica, gestão de risco e apoio dos investidores

Sem dúvida, para toda e qualquer relação de trabalho bem-sucedida, seja entre líderes ou colaboradores, é imprescindível existir parceria. No caso do CEO e CFO que são as peças que gerem um negócio, o trabalho em equipe garante resultados positivos e a boa performance da empresa. Mas podem surgir inúmeros desafios nesta relação e, por isso, o alinhamento de estratégias e expectativas precisa ser feito antes de qualquer coisa.

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Dentro desta relação CEO x CFO, três pontos são determinantes: tomada de decisão estratégica, gestão de risco e apoio dos investidores. Com essas ações em prática, o relacionamento tende a ser mais produtivo e os resultados e desempenho da empresa estarão assegurados, além de incentivar a parceria entre todos os colaboradores em diferentes níveis, mostrando o quanto o trabalho em equipe é fundamental.

Antes de falarmos sobre os pontos, importante pontuar as diferenças entre CEO e CFO. O CEO, Chief Executive Officer ou Diretor Executivo, ocupa dentro da hierarquia de uma empresa a posição de liderança central, ou seja, aquele que conduz as atividades estratégicas e direciona os rumos do negócio.

Por sua vez, o CFO é o diretor Financeiro da corporação, o responsável pela administração e planejamento financeiro da empresa. Geralmente responde diretamente ao CEO da empresa, delegando responsabilidades para a equipe financeira e escalando o direcionamento de metas para diversas áreas – mas importante destacar que cada empresa tem a sua estrutura organizacional. Agora vamos aos três pontos determinantes para a boa parceria.

Tomada de decisão estratégica

Para que CEO e CFO possam estar em sintonia é fundamental que ambos concordem sobre o caminho, a diretriz ou estratégia que empresa pretende adotar. De nada adianta o CEO idealizar uma estratégia que financeiramente é impossível de ser executada, conforme o CFO. É preciso conhecer a realidade da empresa e alinhar as estratégias de forma realista e assertiva, observando o atual cenário.

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A gestão de risco

Aqui, mais uma vez, tanto o CEO quanto o CFO, precisam estar atentos aos riscos que determinada estratégia mal pensada ou calculada pode trazer para o negócio. A gestão de riscos irá fazer uma análise do mercado e mapear todos os possíveis riscos de determinada transação, por exemplo. Quando CEO e CFO observam isso, as chances de fracasso reduzem significativamente.

Conquistar o apoio dos investidores

Se tanto o CEO quanto o CFO não tiverem o apoio dos investidores, haverá ruídos que poderão prejudicar e impactar os resultados da empresa como um todo. Em qualquer posição de liderança, é de suma importância passar credibilidade nas suas ações e contar com o apoio de quem investe na empresa. Então, se CEO e CFO estiverem em sintonia e colocarem em prática os outros dois pontos apresentados, dificilmente abrirão brecha para desconfiança dos investidores.

Agora, o que não pode faltar de forma alguma nesta relação além da parceria, é o respeito. Quando os profissionais se respeitam, independentemente da sua posição hierárquica, nível salarial ou habilidades adquiridas, todas as relações de trabalho tendem a ser bem sucedidas e os resultados refletirão no sucesso da empresa. Ao construir uma relação baseada na confiança, transparência e comunicação aberta, CEO e CFO podem trabalhar em conjunto para tomar decisões estratégicas, alinhar objetivos estratégicos e otimizar a gestão financeira da empresa.

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Nota

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Bianca Pereira

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