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BTG (BPAC11) lança dois novos ETFs e vai à guerra contra XP e Itaú (ITUB4)

BTG (BPAC11) lança dois novos ETFs e vai à guerra contra XP e Itaú (ITUB4)
BTG Pactual - Foto: Reprodução Facebook

O BTG Pactual (BPAC11) lançará dois novos fundos de índice (ETFs), um composto por quinze empresas globais de alto crescimento listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (B3) por meio de BDRs e outro que replica o índice Ibovespa para competir com XP e Itaú (ITUB4).

O primeiro ETF, o BTG Pactual S&P/B3 Ingenius Fundo de Índice (GENB11), terá taxa de administração de 0,25% e medirá o desempenho de algumas das maiores empresas de growth, incluindo:

  • Amazon (AMZO34);
  • Facebook (FBOK34);
  • Microsoft (MSFT34);
  • Alibaba (BABA34).

“O ETF Ingenius permitirá que o investidor tenha em carteira as maiores empresas globais de tecnologia, mídia e entretenimento, sem precisar acessar mercados estrangeiros diretamente,” disse Will Landers, head de renda variável da BTG Pactual Asset Management.

“É uma solução inovadora para ter acesso a uma carteira composta por companhias de alto crescimento e inovação tecnológica, sendo o primeiro ETF listado na B3 composto por BDRs“, acrescentou Landers.

BTG eleva o sarrafo para XP e Itaú na guerra dos ETFs

Além do GENB11, o banco de investimentos anunciou o lançamento do BTG Pactual Ibovespa B3 Fundo de Índice (IBOB11), o qual promete ser o mais novo e barato ETF de Ibovespa da Bolsa. O produto levará uma taxa de administração de 0,03%.

O patamar parece ser uma resposta direta a uma disputa entre as gestoras da XP e do Itaú, as quais disputaram há algumas semanas o título de menor taxa com os próprios fundos índices: BOVX11 e BOVV11, respectivamente.

“A prioridade do IBOB11 é democratizar o acesso aos ativos negociados em bolsa e facilitar o acesso de nossos clientes à renda variável. O IBOB11 oferece uma maneira segura e eficiente para investidores criarem a base de seus investimentos em bolsa de uma maneira diversificada e com ampla liquidez”, afirmou o head de renda variável da BTG Pactual Asset Management sobre o novo ETF.

Arthur Guimarães

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