Bolsas asiáticas fecham mistas, com novo recorde em Tóquio; Europa opera em leve baixa

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta segunda-feira (26), com a de Tóquio renovando máxima histórica e a de Xangai interrompendo uma longa sequência de ganhos.

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Na volta de um feriado no Japão, o índice Nikkei subiu 0,35% em Tóquio hoje, a 39.233,71 pontos, sustentado por ações de varejistas e atingindo pico histórico pelo segundo pregão seguido.

Ainda entre as bolsas asiáticas, na China continental, os mercados tiveram desempenho misto. O Xangai Composto recuou 0,93%, a 2.977,02 pontos, em um provável movimento de realização de lucros, depois de avançar por oito sessões consecutivas em meio a medidas de estímulos e iniciativas do governo chinês para estabilizar os preços das ações. O menos abrangente Shenzhen Composto, por outro lado, teve alta de 0,44%, a 1.677,15 pontos.

Em outras partes da Ásia, o Hang Seng caiu 0,54% em Hong Kong, a 16.634,74 pontos, e o sul-coreano Kospi cedeu 0,77% em Seul, a 2.647,08 pontos, enquanto o Taiex registrou modesto ganho de 0,31% em Taiwan, a 18.948,05 pontos.

Na Oceania, a bolsa australiana ficou no azul pelo terceiro pregão seguido, com ajuda de ações do setor bancário. O S&P/ASX 200 teve ligeira alta de 0,12% em Sydney, a 7.652,80 pontos.

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Bolsas da Europa operam em leve baixa, após máximas históricas do Stoxx 600

As bolsas europeias operam em leve baixa na manhã desta segunda-feira (26), após as recentes máximas históricas do Stoxx 600, com investidores à espera de novos dados de inflação dos EUA, nos próximos dias, e atentos a sinais da perspectiva da política monetária.

Por volta das 6h40 (de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 recuava 0,35%, a 495,53 pontos, depois de atingir picos históricos no dois pregões anteriores.

Em dia sem indicadores ou balanços relevantes na Europa, investidores vão acompanhar a participação da presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, em um debate, no começo da tarde, em busca de eventuais comentários sobre os juros e a economia da zona do euro. De modo geral, autoridades do BCE disseram nas últimas semanas que precisam estar mais confiantes de que a inflação da zona do euro caminha de forma sustentável para a meta oficial de 2%, antes de cogitarem a possibilidade de cortes de juros.

Já os EUA divulgam, na quinta-feira (29), atualização da inflação PCE, medida de preços favorita do Federal Reserve (Fed), após os últimos números do CPI e do PPI superarem as expectativas. Adotando postura igualmente cautelosa, dirigentes do Fed declararam recentemente que o BC americano não tem pressa de começar a reduzir juros.

Também nesta semana, o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA referente ao quarto trimestre de 2023 passará por revisão.

Às 6h55 (de Brasília), a Bolsa de Londres caía 0,33% e a de Paris recuava 0,40%, enquanto as de Milão, Madri e Lisboa tinham perdas de 0,35%, 0,21% e 0,75%, respectivamente. Na contramão, a de Frankfurt exibia ligeira alta de 0,08%.

*Com informações da Dow Jones Newswires e Estadão Conteúdo

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Giovanni Porfírio Jacomino

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