Bolsa Família vai ter 13º no governo Lula? Ministro abre o jogo sobre parcela extra

O governo Lula não vai retomar o pagamento do 13º para beneficiários do Bolsa Família, afirmou o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias.

https://files.sunoresearch.com.br/n/uploads/2024/07/Lead-Magnet-1420x240-2.png

“Como o nome diz, é uma bolsa: Bolsa Família. Ela não é um contrato de salário, de remuneração, nem na lógica do setor público nem na lógica do empregado do setor privado”, disse Dias ao Estadão/Broadcast.

A parcela extra do Bolsa Família do benefício foi paga apenas em 2019, no primeiro ano de governo de Jair Bolsonaro. Parlamentares da oposição têm reivindicado que a atual gestão retome o adicional, visto pelo ministro como fruto de uma estratégia eleitoreira do ex-presidente.

https://files.sunoresearch.com.br/n/uploads/2024/07/Lead-Magnet-1420x240-1.png

“Tivemos um momento [durante o qual o 13º do Bolsa Família foi pago] muito mais pensando em estratégia eleitoral. Mesmo assim, em um ano apenas, 2019, em que se teve o pagamento extra. A partir daí, não teve mais. Isso mostra que era um ponto fora da linha, que o próprio governo anterior deve ter avaliado e visto que era um equívoco”, afirmou Dias.

Bolsa Família no Governo Lula

Sob a gestão petista, o Auxílio Brasil de R$ 600 implementado pelo governo de Jair Bolsonaro (PL) voltou a ser chamado de Bolsa Família.

Segundo o ministro do governo Lula, o objetivo do governo é proporcionar geração de emprego e renda para que a população tenha acesso a direitos trabalhistas como o 13º.

https://files.sunoresearch.com.br/n/uploads/2023/04/1420x240-Planilha-vida-financeira-true.png

Teremos a oportunidade de trabalhar o ponto principal, que é a inclusão socioeconômica. Objetivo maior é abrir oportunidades, pelo emprego e pelo empreendedorismo, para que se tenha condição de renda. Aí, quem alcançar condição de emprego, vai ter salário, décimo-terceiro, férias, vai ter tudo o que é previsto para o mundo do trabalho.

Questionado sobre possíveis alterações no Bolsa Família em medida provisória que tramita no Congresso, o político disse que o importante é manter os “principais eixos” do texto. “Temos o desafio de ter no mínimo R$ 600 e garantir R$ 150 por criança de até 6 anos”, destacou.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo, com Estadão Conteúdo

https://files.sunoresearch.com.br/n/uploads/2023/03/Ebook-Acoes-Desktop-1.jpg

Erick Matheus Nery

Compartilhe sua opinião

Receba atualizações diárias sobre o mercado diretamente no seu celular

WhatsApp Suno