AES Brasil (AESB3) aprova follow-on de até R$ 1,80 bilhão

AES Brasil (AESB3) aprova follow-on de até R$ 1,80 bilhão
AES Brasil. Foto: Reprodução Facebook

O conselho da AES Brasil (AESB3) aprovou nesta sexta-feira (17) a realização de uma oferta subsequente de ações (follow-on) com esforços restritos que pode movimentar até R$ 1,80 bilhão, com base no fechamento de ontem.

O follow-on da AES Brasil consistirá em uma distribuição primária de 93.000.000 novas ações e secundária de até 39.554.586 papéis detidos pelo braço de investimentos em participações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico  e Social (BNDES).

Até o dia 28 de setembro, quando termina o procedimento de bookbuilding, o acionista vendedor poderá acrescer a oferta em até 42,53% do total de ações inicialmente ofertadas, ou em até 39.554.586 ativos.

Com base no preço de fechamento no pregão de sexta-feira, o montante total da oferta base seria de R$ 1,26 bilhão e, considerando a colocação das ações adicionais, de R$ 1,80 bilhão. A fixação do preço por ação acontecerá em 28 de setembro.

A oferta restrita será destinada exclusivamente a investidores institucionais, sendo garantida aos acionistas apenas o direito de prioridade, conforme a Instrução CVM 476.

AES Brasil usará montante captado para bancar diversificação

A AES Brasil pretende utilizar os recursos líquidos provenientes da oferta primária para financiar a estratégia de crescimento do portfólio de geração de energia renovável. A companhia não receberá qualquer recurso decorrente da oferta secundária.

Em fato relevante anterior, a empresa ressaltou a estratégia focada no crescimento e diversificação por meio de desenvolvimento de projetos de fontes complementares à hídrica, com contratos de longo prazo e com retornos consistentes.

Hoje, a elétrica conta com um portfólio de ativos com uma capacidade instalada total de 4,4 GW, sendo 2.658,4 MW hídrico, 1.435,9 MW eólico e 294,1 MW solar.

A empresa ainda possui em desenvolvimento parte de seu pipeline eólico e solar, ainda em negociação, que poderá adicionar até 1,5 GW de capacidade instalada.

A oferta da AES Brasil será coordenada por Bradesco BBI (Coordenador Líder), Itaú BBA, Credit Suisse, Santander Brasil (SANB11) e HSBC.

(Com Estadão Conteúdo)

Arthur Guimarães

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