SpaceX encosta em Amazon e Microsoft e entra na disputa pelo top 5 global; veja ranking

As ações da SpaceX (NASDAQ: SPCX) operam em queda nesta quarta-feira (17), um dia após a companhia ultrapassar momentaneamente a Amazon (AMZO34) e a Microsoft (MSFT34) em valor de mercado e entrar no grupo das empresas mais valiosas do mundo. Por volta das 12h15, os papéis recuavam 5,55%, negociados a US$ 190,60 na Nasdaq, nos Estados Unidos.

Apesar da correção desta sessão, a empresa de Elon Musk ainda acumula valorização de quase 20% desde sua estreia na bolsa, na última sexta-feira (12). O desempenho dos primeiros dias de negociação levou a companhia a atingir, na terça-feira (16), um valor de mercado de aproximadamente US$ 2,95 trilhões.

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Nesse patamar, a SpaceX chegou a superar brevemente a Microsoft e também ultrapassou a Amazon, assumindo temporariamente a quinta posição entre as maiores empresas listadas do mundo em valor de mercado. No encerramento do pregão, porém, a companhia devolveu parte dos ganhos e terminou avaliada em US$ 2,642 trilhões, voltando à sexta colocação do ranking global.

Como ficou o ranking das empresas mais valiosas do mundo?

Mesmo após perder fôlego ao longo da terça-feira, a SpaceX permaneceu muito próxima da Amazon em valor de mercado. A gigante do comércio eletrônico e da computação em nuvem encerrou o pregão avaliada em US$ 2,646 trilhões, apenas ligeiramente acima da empresa de Elon Musk.

No topo do ranking global está a Nvidia (NVDC34), que já supera a marca de US$ 5 trilhões em valor de mercado. Na sequência aparecem a Alphabet, controladora do Google (GOOGL34), e a Apple (AAPL34).

A rápida ascensão da SpaceX chama atenção justamente pelo curto período necessário para alcançar esse patamar. A companhia levantou US$ 86 bilhões em sua oferta pública inicial (IPO), a maior da história, e viu suas ações dispararem nos primeiros dias de negociação, impulsionadas pela forte demanda de investidores individuais e institucionais e pelo entusiasmo do mercado em torno de empresas ligadas à inteligência artificial.

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Giovanna Oliveira

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