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    Radar do Mercado: Vale (VALE3) – Navio com minério corre risco de naufrágio no litoral do Maranhão

    Radar do Mercado: Vale (VALE3) – Navio com minério corre risco de naufrágio no litoral do Maranhão
    • O navio MV Stellar Banner sofreu avaria na proa após ter deixado na segunda-feira o Terminal Marítimo de Ponta da Madeira, em São Luís (MA), utilizado para exportação de minério de ferro da companhia.
    • Por medida de precaução, os 20 tripulantes foram evacuados com segurança e que o comandante do navio adotou manobra de encalhe a cerca de 100 quilômetros da costa de São Luís.
    • Como operadora portuária, a Vale está atuando com suporte técnico-operacional, com o envio de rebocadores, e colaborando com as autoridades marítimas.
    • Dados do terminal Eikon, da Refinitiv, mostram que o navio tinha como destino o porto de Qingdao, na China, para onde deveria levar uma carga de 275 mil toneladas de minério de ferro.

    A Vale S.A. é a líder global na extração e produção de minério de ferro, pelotas de minério de ferro e níquel. A empresa atua em 27 países de cinco continentes, produzindo manganês, ferro-ligas, cobre, metais do grupo platina, ouro, prata, cobalto, carvões metalúrgico e térmico.

    Toda infraestrutura para operar essa variedade de serviços abrange os equipamentos para a exploração mineral, escritórios administrativos e unidades operacionais conectadas por modernos sistemas integrados de logística, tais como ferrovias, terminais marítimos e portos.

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    Sobre a empresa é importante ressaltar que nos últimos anos, ela vem reduzindo de forma considerável a sua “Margem Breakeven Ebitda” do minério de ferro e pelotas entregue para a China, o que garante uma maior margem de segurança aos investidores, já que, mesmo em um cenário de queda do minério, a redução de custos de produtividade permite à empresa obter ganhos, ao mesmo tempo em que a maioria dos demais concorrentes estiver amargando perdas.

    Para melhorar ainda mais a situação, para os próximos anos, a empresa projeta atingir um Ebitda Breakeven por tonelada de US$ 28 a US$ 30, o que, na prática, significa que a empresa permanece geradora de caixa mesmo com o minério sofrendo eventuais quedas relevantes.

    A Vale ainda acredita que conseguirá reduzir o custo C1 de extração de minério através da retomada das operações suspensas e ganhos de produtividade planejados em seu orçamento.

    Portanto existem fatores consideráveis para seguir com viés positivo para a companhia no longo prazo e não nos preocupamos demasiadamente com o fato ocorrido.

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    Tiago Reis
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