XPCI11 combina melhor resultado em 3 meses com dividendos “robustos”

O XPCI11 reportou resultado líquido de R$ 8,049 milhões em dezembro, marcando o melhor desempenho trimestral recente do fundo e sustentando uma distribuição robusta aos cotistas. Com base nesse resultado, a gestão aprovou o pagamento de R$ 0,88 por cota em 15 de janeiro de 2026 para investidores posicionados até 30 de dezembro de 2025, reforçando a previsibilidade do fluxo de rendimentos. O yield anualizado atingiu 13,50% sobre o preço de fechamento do mês; considerando o gross-up tributário de 15%, o percentual ajustado alcança 16,04%.

A receita bruta do período somou R$ 8,742 milhões, dos quais foram deduzidos R$ 692,9 mil em despesas operacionais, refletindo eficiência na gestão de custos. A reserva de correção monetária acumulada do FII XPCI11 chegou a R$ 2,26 milhões em dezembro, equivalente a R$ 0,26 por cota, reforçando o colchão de resultados para períodos subsequentes.

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Na composição de receitas, os Certificados de Recebíveis Imobiliários contribuíram com R$ 7,75 milhões, enquanto a carteira de fundos imobiliários adicionou R$ 700 mil mensais, evidenciando a relevância dos CRIs na geração de caixa. A alocação tática em FIIs, por sua vez, segue como ferramenta de otimização de liquidez e diversificação.

Movimentações e aquisições do XPCI11

O XPCI11 investiu cerca de R$ 40 milhões em novos CRIs no mês, atuando nos mercados primário e secundário. O portfólio encerrou dezembro com 46 CRIs, duas debêntures e seis FIIs, somando aproximadamente R$ 774 milhões na estratégia principal, além de R$ 9,2 milhões em caixa para despesas e oportunidades específicas. Houve redução na posição de BTCI11, resultando em 4,93% do PL da carteira de FIIs, sem outras mudanças relevantes na classe. O fundo XPCI11 terminou o mês com R$ 70,60 milhões alocados em FIIs.

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A estratégia central do fundo imobiliário XPCI11 permanece focada em CRIs de alta qualidade de crédito, com ênfase em originação e estruturação próprias, privilegiando operações high grade e middle risk consideradas resilientes ao ciclo.

No primário, foi adquirido o CRI Q2 Direcional, com remuneração de IPCA + 10,10% a.a., lastreado em permutas financeiras de empreendimentos residenciais da Direcional Engenharia. Com o pré-pagamento antecipado do CRI Almeida Júnior Nações, o XPCI11 realocou cerca de R$ 34 milhões em papéis como MRV Flex, Outlet Premium Imigrantes, Shopping Metrô Itaquera, GPA III e GSFI11, a uma taxa média de IPCA + 8,41% a.a., fortalecendo o carrego do portfólio.

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Redação Suno Notícias

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