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Suzano (SUZB3): Prejuízo recua 79,5% no 1T21

Suzano (SUZB3): Prejuízo recua 79,5% no 1T21
Suzano (SUZB3) Sede. Foto: Divulgação

A Suzano (SUZB3) divulgou na noite desta quarta-feira (12) seus resultados referentes ao primeiro trimestre de 2021. A gigante da celulose anotou prejuízo de R$ 2,76 bilhões no período, queda de 79,5% ante R$ 13,42 bilhões do mesmo período do ano passado.

Já a receita líquida da Suzano somou R$ 8,89 bilhões nos três primeiros meses do ano. O montante equivale a uma alta de 27,3% em comparação com o anotado em 202o.

A empresa informou ainda que o aumento da receita líquida pode ser justificado pela valorização de
23% do dólar médio e aumento de 13% no preço médio líquido da celulose em dólar, parcialmente compensados pela redução de 6% no volume vendido de celulose e papel.

Por sua vez, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da companhia ficou em R$ 4,86 bilhões nos últimos três meses de 2020, o que representa uma alta de 61%.

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Além disso, em 31 de março de 2021, a dívida líquida era de R$ 66,3 bilhões, contra R$ 63,7 bilhões em 31 de dezembro de 2020. “O maior impacto desse movimento da dívida líquida em moeda nacional é explicado pela variação cambial do período”.

A empresa destaca ainda que no período, as vendas foram de 2,65 milhões de toneladas, com recuo de 6% na comparação anual. As vendas de papel subiram 9%, para 291 mil toneladas

Fábrica no MS

Além disso, a Suzano também divulgou hoje que o seu conselho de administração aprovou a construção de uma nova fábrica de celulose de eucalipto, em Ribas do Rio Pardo (MS).

O Projeto Cerrado, chamado antigamente de Jubarte, receberá investimento de R$ 14,7 bilhões na parte
industrial, com desembolso entre 2021 e 2024.

De acordo com a empresa, a sua nova fábrica de celulose terá capacidade de produção de 2,3 milhões de toneladas anuais. O início de operação está previsto para ocorrer no primeiro trimestre de 2024.

“A nova planta terá capacidade excedente de geração de energia renovável de aproximadamente 180 MW médio, sendo também considerada na indústria como livre de combustível fóssil –um novo marco da Suzano em ecoeficiência que evidencia seu compromisso com a sociedade e com o planeta”, disse em nota.

Ao passo que o projeto será financiado pela posição de caixa da companhia e pela geração de caixa, “podendo ser complementado com financiamentos, desde que as condições sejam atrativas em termos de custo e prazo”.

Última cotação da Suzano

A ação da Suzano (SUZB3) encerrou o dia em alta de 0,15%, valendo R$ 68,42, antes da divulgação de seus resultados.

Rafaela La Regina

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