SNFF11 avança 2,09%, CACR11 cai 6,06%; IFIX fecha em alta de 0,18%

O IFIX encerrou o pregão desta quinta-feira (16) aos 3.846,24 pontos, em alta de 0,18%. O avanço representa 7,08 pontos a mais que o fechamento anterior, de 3.839,16 pontos. Ao longo da sessão, o indicador manteve sinal positivo por boa parte do dia e terminou próximo do topo intradiário.

Na negociação do dia, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a mínima de 3.835,18 pontos e a máxima de 3.848,19 pontos. A variação intradiária manteve o indicador dentro de uma faixa estreita, com o encerramento ocorrendo perto do maior nível do dia. Esse comportamento refletiu a predominância de movimentos de alta durante a maior parte do pregão.

Segundo os dados do mercado, a máxima em 52 semanas segue registrada em 3.944,38 pontos, enquanto a mínima do período permanece em 3.402,09 pontos. Assim, o patamar de hoje se mantém entre os extremos observados no último ano, sem alterar as marcas do intervalo anual.

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IFIX fecha em alta de 0,18%

O desempenho desta quinta-feira acrescentou 7,08 pontos ao indicador na comparação diária e consolidou um fechamento próximo da máxima do dia, de 3.848,19 pontos. Em relação à véspera, quando o índice havia encerrado em 3.839,16 pontos, o resultado preserva a trajetória positiva observada desde a abertura, com o índice se mantendo em campo positivo durante boa parte da sessão.

O índice de fundos imobiliários é utilizado como referência para o comportamento médio das cotas de FIIs listadas e, no pregão de hoje, permaneceu distante das pontas do intervalo anual. A máxima de 52 semanas continuou em 3.944,38 pontos, e a mínima em 3.402,09 pontos, parâmetros que ajudam a contextualizar o nível atual de preços do indicador.

Maiores altas e baixas entre os FIIs

Entre os destaques de valorização, o SNFF11 (Suno Fundo de Fundos) subiu 2,09%, fechando o dia a R$ 73,39. No lado oposto, o CACR11 (AF Invest Recebíveis Imobiliários) apresentou a maior queda da sessão, com recuo de 6,06%, terminando cotado a R$ 18,63. Em seguida, o BPML11 (BTG Pactual Shoppings) recuou 2,45% e encerrou as negociações a R$ 85,79.

Esses movimentos compuseram a lista de maiores variações do pregão entre os fundos que mais chamaram atenção no dia. A combinação de ganhos e perdas ocorreu em um ambiente de oscilação contida do índice, que fechou perto da máxima intradiária.

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FIIs mais negociados no pregão

Pelo critério de volume, o GGRC11 (GGR Covepi Renda) liderou as negociações, com 1,76 milhão de cotas transacionadas e alta de 1,03% no fechamento. Na sequência veio o MXRF11 (Maxi Renda), com 1,37 milhão de cotas movimentadas e leve queda de 0,1% no dia. Logo depois, o GARE11 (Guardian Real Estate) somou 1,23 milhão de cotas e encerrou estável, em 0,00%.

Outros fundos que figuraram entre os maiores volumes foram o CPTS11 (Capitania Securities II), com 886,92 mil cotas negociadas e alta de 0,94%; e o HFOF11 (Hedge Top FOFII 3), com 495,59 mil cotas e baixa de 0,16%. Esses papéis concentraram parte relevante do giro do segmento, refletindo a liquidez do mercado de fundos imobiliários no pregão.

Ao fim do dia, o índice manteve-se acima da mínima de 3.402,09 pontos e abaixo da máxima de 3.944,38 pontos registradas nos últimos 12 meses. Com o fechamento em 3.846,24 pontos e ganho de 0,18%, o resultado consolidou um pregão de variação moderada, com o indicador terminando próximo da máxima do dia, de 3.848,19 pontos.

Redação Suno Notícias

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