Semana do Fiagro

Startup Sanar anuncia aquisição de centro médico Cetrus por R$ 116 milhões

Startup Sanar anuncia aquisição de centro médico Cetrus por R$ 116 milhões
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Startup de educação médica, a Sanar anunciou a aquisição o Cetrus por R$ 116 milhões, com investimentos dos fundos Valor, Vox, DNA, Península e Green Rock.

Com a compra do centro de formação médica, a Sanar diz que pretende ampliar o ensino especializado para acompanhar a formação do médico desde a graduação até a subespecialidade.

“A jornada que estamos construindo dará ao médico uma plataforma com um único login para toda a vida profissional”, diz o CEO e fundador da Sanar, Ubiraci Mercês.

Ele destaca ainda que a operação representa a maior compra do setor de educação continuada no Brasil. O objetivo da Sanar é “oferecer aulas sobre habilidades especializadas que ainda possuem lacunas no ensino brasileiros e que ajudam a destravar valor para o sistema de saúde”, segundo Mercês.

A Sanar diz que dará continuidade ao modelo de negócio do Cetrus, oferecendo treinamento prático para profissionais de saúde. Além disso, vai conectar todos os serviços do Cetrus à plataforma Sanar. A partir de agora, a jornada educacional, que começa com Sanarflix na graduação, passa pela Sanar Residência Médica e pela Sanar Pós, e ganha então mais uma etapa.

Ao longo de 27 anos, o Cetrus formou mais de 50 mil médicos em cursos especializados como medicina fetal, ultrassonografia geral, ginecologia e obstetrícia. A empresa adquirida possui quatro unidades: três em São Paulo e mais uma em Recife. Na capital paulista, conta com um laboratório de anatomia.

Ânima (ANIM3) anuncia fundo de R$ 150 milhões para investir em startups

Ânima (ANIM3) anunciou nesta segunda-feira (23) a criação do Ânima Ventures, fundo de corporate venture capital (CVC) com a previsão de investimento de R$ 150 milhões ao longo dos próximos 10 anos em startups. Com isso, a companhia investirá não somente em edtechs (voltadas para soluções em educação), mas também em startups de diferentes setores.

“Estamos olhando principalmente startups early stage (estágio inicial) e Series A (startup que já possui clientes e receita e pretende ganhar escala), e a ideia é que de fato enxerguemos dentro do ecossistema Ânima possibilidades de startups que possam alavancar todas as modalidades que temos aqui”, afirma Reynaldo Gama, gestor do Ânima Ventures.

Com informações do Estadão Conteúdo

Ana Carolina Cury

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