ONDV11 vira ONDA11 na B3 em mudança operacional sem impacto

O fundo de investimento imobiliário fundo imobiliário ONDV11 anunciou a atualização de seu código de negociação na B3. A partir de 7 de janeiro de 2026, quarta-feira, o ticker passará a ser ONDA11, refletindo a nova denominação do veículo, sem alterar sua essência operacional ou a estrutura de governança. A administradora Singulare comunicou a mudança por fato relevante e reforçou seu caráter estritamente operacional.

Segundo a Singulare, a alteração decorre exclusivamente do rebranding do fundo, sem qualquer impacto sobre a política de investimentos definida em regulamento. Os cotistas não terão mudanças em seus direitos dos cotistas, e não será necessário realizar qualquer procedimento para a migração do código nas corretoras.

As especificações técnicas permanecem intactas. O CNPJ do fundo imobiliário segue inalterado, assim como o código ISIN e demais registros na B3. Os papéis em circulação serão automaticamente convertidos para o novo ticker, garantindo continuidade operacional e transparência no ambiente de negociação.

 

O veículo, agora identificado como Onda Invest, preserva sua estrutura de condomínio fechado, mantendo as mesmas regras de governança, política de distribuição e rotinas de compliance. A mudança operacional visa consolidar a identidade da gestora e do produto junto ao mercado, sem afetar a estratégia de alocação vigente.

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Em 2025, o fundo imobiliário passou por reposicionamento estratégico aprovado em AGE, com ajustes regulatórios e autorização para uma segunda emissão de cotas. A captação totalizou R$ 88,9 milhões, por meio de oferta primária destinada exclusivamente a investidores profissionais, sem exigir aportes adicionais dos cotistas existentes.

A nova diretriz, de mandato multiestratégico, amplia o acesso a operações off-market e a oportunidades contracíclicas. Entre os objetivos declarados, estão ganho de escala, maior diversificação do portfólio, redução proporcional de despesas operacionais e incremento da liquidez no mercado secundário, reforçando o posicionamento do fundo imobiliário no ecossistema da B3.

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Redação Suno Notícias

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