IFIX recua 0,23%, mas segue perto da máxima de 52 semanas

O Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou a quarta-feira (4) aos 3.848,09 pontos, com queda de 0,23%, uma redução de 8,85 pontos em relação ao fechamento anterior. O movimento confirmou um dia de cautela para os fundos imobiliários listados, após abertura em 3.856,96 pontos. Mesmo com a leve correção, o indicador segue em patamar historicamente elevado.

Ao longo da sessão, o comportamento foi predominantemente negativo, com oscilação entre a máxima intradiária de 3.859,52 pontos e a mínima de 3.846,10 pontos. O último fechamento havia sido de 3.856,94 pontos, o que reforça a pressão vendedora no curto prazo. Ainda assim, a proximidade com a marca histórica mantém a atenção dos investidores.

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Apesar do recuo, o IFIX permanece perto da máxima das últimas 52 semanas, cravada em 3.864,38 pontos, o que sugere resiliência do mercado de FIIs no acumulado do ano. Esse cenário ajuda a sustentar o apetite por renda passiva, mesmo em meio a ajustes pontuais de preços motivados por rotação setorial e realização de lucros.

Movimentação dos FIIs em destaque
Entre os destaques positivos do dia, o TOPP11 liderou os ganhos, com alta de 1,47%, fechando a R$ 76. Logo atrás, o CACR11 avançou 1,38%, terminando a R$ 83,08, figurando entre os melhores desempenhos. Esses movimentos indicam seletividade do mercado, com investidores buscando gestões ativas e carteiras defensivas.

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Principais quedas da sessão

No campo negativo, o HCTR11 registrou a pior performance entre os principais papéis, com recuo de 3,33%, encerrando a R$ 22,33. O PCIP11 também teve dia de pressão, caindo 1,39% e fechando a R$ 87,26. As quedas refletem ajustes em segmentos de crédito e logística, ainda sensíveis ao custo de capital.

No balanço do dia, a leitura é de ajuste técnico para o índice, sem alteração estrutural no panorama recente. Para o investidor que acompanha o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX), a manutenção próxima da máxima anual reforça o interesse por diversificação e renda, com atenção à qualidade dos portfólios e à gestão de risco.

Redação Suno Notícias

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